Grupo: O Frevo É…

O Frevo É... Paris - 2012

O FREVO É… na sede da Unesco em Paris, por ocasião da eleição do Frevo como Patrimônio Cultural da Humanidade – 05 de dezembro de 2012 –

Em 05/12/2012 o Frevo recebeu o título de Patrimônio da Humanidade pela Unesco. Em 05/12/2013 fomos convidados pelo Newton Caivano para registrar a comemoração de um ano desse fato. Lá encontramos os maestros: Edson Rodrigues, Fábio Cesar, Adelmo Apolônio e o Ademir Araújo, poucos músicos e representantes de blocos.

Ficamos felizes em registrar essa iniciativa de amor ao Frevo. Nisso podemos encontrar a verdade pela qualidade destes poucos envolvidos. Amantes e profissionais conscientes do valor cultural do frevo antes da música, não como conjunto de sons, mas sobretudo de interpretação de nosso modo de ser. Sorte nossa!!! ainda temos alguns poucos!!!

Veja aqui os Clipes do evento
– Recife 05/12/2012 –

   – clipe 1 – momentos preparatórios, destaque para o Maestro Edson Rodrigues

   – clipe 2 – frevo e passo na rua da Imperatriz 

  –  clipe 3 – retorno a Praça Maciel Pinheiro

linha1Recife celebra o título do frevo

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(Recife? ou músicos e blocos?)
 
A matéria do Jornal do Commercio (06/12/2013) é significativa para o que registramos. Desse modo podemos notar inabilidade dos administradores culturais “no trato com o patrimônio”. Parece que a atenção se volta apenas para mega eventos, desprovidos de etnia e duvidosamente mercadológicos. Nada disso doa ao povo a metade da verdade dos poucos amantes, os “ferventes continuadores…”. O frevo não é apenas a música, é um sistema de manifestações artísticas nos representa como Patrimônio da Humanidade.
 
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Fotos dos participantes do evento
(Recife, 05/12/2013)

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Grupo o Frevo É…

Na ocasião o newton Caivano no apresentou a concepção do Grupo o Frevo É…

O Frevo É… para além do carnaval…
É uma tradução das nossas identidades socioculturais e que, como sistema de manifestações artísticas nos representa como Patrimônio da Humanidade (Carmem Lélis, historiadora).

O Frevo É… música, dança, bonecos, clubes, troças, brincantes, artesões que fazem estandartes, flabelos, adereços, roupas e tudo o mais que o frevo requer para sair em desfile pela cidade.

O Frevo É… a massa humana sempre participando, ao som das orquestras, dançando e brincando, contagiando a todos por onde passa.

Foi assim que Newton Caivano definiu o Grupo de fazedores de frevo. “O Frevo É…” surgiu do encontro e amantes dessa música e da necessidade de se ter um conteúdo híbrido que representasse a diversidade do Frevo.

Temos uma orquestra com 26 músicos; mais 8 cantoras; 3 bonecos. 4 estandartes; 16 passistas; e, mínimo 40 integrantes de frevo, 10 por de bloco: O Bonde, Saudade, Cordas e Retalhos e Boêmios da Boa Vista. Nosso show tem a duração de (+- ) 01:30 h.

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24/07/2013 | Compartilhe: Facebook Twitter
O carnaval fora de época de Garanhuns
Por Ana Elisa Freire

O Frevo É... Fig - 2013

Cortejo de blocos seguiu pelas ruas de Garanhuns (Foto: Costa Neto)

Para matar a saudade do carnaval e dos cortejos de blocos líricos, a tarde desta segunda-feira (22) foi mais que especial para o público que esteve presente no Palco Cultura Popular do FIG 2013, no Largo do Colunata. O cortejo, que saiu do Centro, próximo à Igreja Matriz de Santo Antônio, reuniu os blocos O Bonde, Cordas e Retalhos, Bloco da Saudade, Boêmios da Boa Vista e o flabelo da Salvaguarda do Frevo, além de colombinas e pierrôs ávidos por sentir um gostinho de carnaval, em pleno mês de julho.

O balé tradicional feito pelos integrantes dos blocos, acompanhados da orquestra “O FREVO É… que, regida pelo maestro Edson Rodrigues, contagiou jovens e idosos. Quando você menos esperava, estava lá, repetindo aqueles mesmos passos e cantando frevo, com uma nostalgia no olhar. A “juventude dourada”, como escreveu Capiba, foi a grande responsável pelo canto que, junto com o grupo tradicional de mulheres que faz parte do coral dos blocos líricos, entoou frevos tradicionais que traziam lembranças dos carnavais saudosos no Recife Antigo.

A junção de tantos blocos em um só cortejo abrilhantou ainda mais o momento. Mesmo todos juntos e no meio do público, era possível identificar as diferenciações entre os blocos, seja nos flabelos, no figurino, nas cores e até nos passos de cada um dos integrantes que mostrou porque o “Recife tem o carnaval melhor do meu Brasil”.

Frevo de rua
O desfile dos blocos líricos foi seguido pela apresentação dos estandartes dos blocos Pão Duro, Camisa Velha, Girassol da Boa Vista e Estrela da Boa Vista, além de grupo de passistas de frevo e dos bonecos gigantes do Seu Malaquias e de sua mulher.

O Projeto “O Frevo é…” trouxe para o FIG, neste domingo (21) e segunda (22), um verdadeiro carnaval fora de época para o público de Garanhuns.

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