Maestro Ademir Araújo – Frevo e Regência

ORQUESTRA POPULAR DO RECIFE
Carnaval de 2015, Marco Zero/PE
O Maestro Ademir Araújo novamente tornou evidente a força cultural, e coesão de concepção estética, da Orquestra Popular do Recife. O repertório da OPR permitiu a plateia a audição do frevo veiculada a cultura popular pernambucana. Os arranjos tornaram evidente a maleabilidade interpretativa dos músicos indo da sonoridade do caboclinho ao maracatu baque solto, permeando o maracatu baque virado, até mesmo passando pela sonoridade do bumba meu boi e do cavalo marinho.
Para enfatizar essa riqueza rítmica, agregada ao frevo da OPR, a apresentação  ganhou a bela expressão da dança tornando o show da OPR num espetáculo musical ligado a imagética do folclore, “comunica um modo de ser característico e que torna possível gerar identidade etnográfica.”
“Nos clipes 1 e 2, em grande parte, mantivemos o foco na regência do Maestro Ademir Araújo, seu gestual traz a inconfundível marca da originalidade, sendo um ótimo objeto de estudo.”

Clipe 1

Clipe 2

BREVE APRESENTAÇÃO DO SHOW

A Orquestra Popular do Recife, idealizada pelo escritor e professor Ariano Suassuna, vai apresentar uma mostra de sua essência com show inovador e especial de aniversário de 40 anos de existência.

A direção musical e artística fica por conta do maestro Ademir Araújo, o Formiga, agora reconhecido como patrimônio vivo de Pernambuco – que dá um exemplo de vitalidade que se renova nos seus 54 anos de trajetória artística, como um dos mais respeitados nomes da música pernambucana.

A Orquestra vem homenageando a brincadeira popular Cavalo-Marinho – com execução das composições “Olha o Mateus!” do Maestro Ademir Araújo e “Dança do Cavalo Marinho” de Levino Ferreira; o maracatu de Baque Solto – com a execução das “Toadas” do Mestre Salustiano; e o maracatu Nação – com a execução das composições “Verde Mar do Navegar” do mestre Capiba, e do “Maracatu Misterioso” de Antônio Madureira e Marcelo Varella.  Homenagens essas pelos recebimentos do título de Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil.

Vale salientar que a Dança do Cavalo Marinho, foi executada em 1958 em Paris pelo maestro Mário Câncio, na década 70 em Brasília/DF para o presidente da república e agora realizada em primeira audição no 51º Baile Municipal do Recife e agora no Marco Zero.

O espetáculo dá continuidade as comemorações dos 40 anos da Orquestra Popular do Recife, com um repertório especialmente escolhido para ciclo carnavalesco (frevos, maracatus, cirandas, bumba meu boi, entre outros) com músicas de renomados compositores, bem como dos CDs da Orquestra Popular do Recife e do maestro Ademir Araújo.

Recife/PE-Brasil – Fev.2015

Alexandre Araújo e Carlos Eduardo (Produção)
Plural Projetos e Produções Artísticas
Fones: (81) 3424-3354 / 9197-5369 / 9197-5397 / 9966-0770
e-mail: alexandresaraujo@gmail.com

Logo OPR“Em 2015 40 anos de Existência…”

 

Considerado como um dos mais importantes grupos pernambucanos, a Orquestra Popular do Recife, foi idealizada em 1975 pelo escritor e professor Ariano Suassuna, tem a direção artística e musical do Maestro e compositor Ademir Araújo, “O Formiga”, um dos mais respeitados compositores e arranjadores nordestinos. A Orquestra que é pioneira na pesquisa e transcriação de gêneros tradicionais, desde sua estreia ritmos como maracatus, cocos, cirandas, reisados e caboclinhos estão presentes no seu repertório, sempre com arranjos valiosos. Mas sem sombra de dúvidas é interpretando os vários estilos de frevo, em especial ofrevo-de-rua (frevo instrumental), que o grupo assombra pelo seu virtuosismo, sendo conhecida pela precisão, afinação e potência de seus metais.  

A orquestra foi a primeira a subir no carro de som criado em 1980, pelo jornalista e escritor Leonardo Dantas, hoje conhecido como Frevioca, a cara do carnaval pernambucano. Mas as apresentações da Orquestra não se restringem apenas no Carnaval e no Estado. Já romperam os limites de Pernambuco, se apresentando em todo o Brasil, em países como Alemanha, Bélgica e Cuba, em concertos solo, acompanhando o quase inseparável cantor Claudionor Germano ou o Balé Popular do Recife. Ao longo dos seus 40 anos de existência, a Orquestra Popular do Recife já acompanhou artistas que vão de Luiz Gonzaga (o Rei do Baião) a Lenine.

Em 2014, realizou várias apresentações nos ciclos carnavalesco e junino no estado de Pernambuco, Festival de Inverno de Garanhuns, Sesc Belenzinho/SP, Guarulhos/SP, Brasília/DF e no segundo realizou circuito estadual e nordeste com o projeto intitulado “Aula Espetáculo: e o Frevo Continua” e finalizando em dezembro com espetáculo “Serenata Natalina” com a participação de 20 pastoris da RMR.

E no dia 08 de fevereiro de 2015, estará participando I Encontro Nacional de Orquestras Populares que acontecerá em Brasília/DF.

Myspace:  http://www.myspace.com/orquestrapopulardorecife
Itaú Cultural:  http://www.youtube.com/watch?v=ka7qGnE4T1M

 

“Maestro Ademir Araújo
54 anos de atuação na cultura musical
produzida em Pernambuco e no Brasil”.

Maestro Formiga e OPRConhecido no meio musical por sua personalidade inquietante e aberta a novos desafios, talvez seja por isso chamado de “Formiga”. É um dos maestros que mais contribuem para atualização da cultura pernambucana, sobretudo na elaboração e arranjos. Pesquisador e compositor de talento que passeia por diversos ritmos e gêneros com muita desenvoltura. Foi redescoberto por uma nova geração de artistas e músicos, como arranjador e diretor musical. Um dos mais respeitados compositores e arranjadores nordestinos, pioneiro na pesquisa e transcrição de gêneros tradicionais. ritmos como frevo, maracatu, coco, ciranda, reisado e caboclinho estão presentes no seu repertório, sempre com arranjos valiosos.

Há trinta e sete anos a frente da Orquestra Popular do Recife, com participações com Nação Zumbi (PE), Eddie (PE), Andaluza (PE), Rogerman (PE), Orquestra Contemporânea de Olinda (PE), do artista Erasto Vasconcelos (PE), do grupo Camerata Brasileira (RS), A Barca (SP), do músico e compositor Marquinhos Mendonça (SP), dentre outros.

Enfatiza que o teor da Música enquanto ciência pode intervir diretamente no âmago da sociedade, transformando-se em poderoso instrumento sócio pedagógico de inserção e transformação através do conhecimento do modo como sete notas, disposta entre sons, timbres, intervalos, etc., que nos caracterizam como povo único sobre a terra. Defende a tese que esse processo educativo ajuda não só a formar músicos, mas fundamentalmente a “capacitar cidadãos conscientes do valor da Música como expressão do ser humano”.

Ao longo, dos seus 54 anos de carreira, acompanhou artistas que vão de Luiz Gonzaga (o Rei do Baião) a Lenine. Rompeu os limites de Pernambuco, se apresentando em todo o Nordeste e em países como Alemanha, Bélgica e Cuba, em concertos solo, acompanhando o quase inseparável cantor Claudionor Germano.

Vem realizando trabalhos sempre aberto para desafios como é caso da Orquestra Rockfonica de Frevo onde criou arranjos formados por grandes clássicos do rock mundial – todos executados em versões do mais puro FREVO. 

Blog: http://projetoformigueiro.wordpress.com/
Canal Youtube:  Maestro Ademir Araújo

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