Maestro Zaccarias e Sua Orquestra

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Publicado em 5 de fev de 2013

ARISTIDES ZACARIAS: MERECE UMA HOMENAGEM NA TERRA DO FREVO!

Este lembrete se destina aos responsáveis pela secretaria de cultura da prefeitura do Recife. Um dos maiores amantes do frevo e também um dos seus grandes divulgadores, foi o músico, arranjador e maestro paulista Aristides Zacarias. Aristides era de Jaboticabal, aonde nasceu em 05 de janeiro de 1911. Seus estudos de clarineta, ele fez com Pedro Moura, pai do não menos notável músico Paulo Moura.

Depois de tocar para animar cinemas, em 1934, Zacarias se transferiu para a capital de São Paulo. Lá tocou por um período na famosa gafieira “Itália Fausta” em troca apenas de dinheiro para pagar uma magra refeição e um local para dormir.

Depois, mudou-se para Santos, local onde conseguiu emprego no “Cabaré Coliseu” passando depois a tocar também em navios que faziam turismo costeiro.

Em 1936 viajou com destino ao Rio de Janeiro. Abrilhantou por um bom tempo com sua presença a orquestra do “Cassino da Urca”. Nesse mesmo ano realizou sua primeira gravação acompanhando o cantor Almirante. Em seguida, foi trabalhar na Rádio Nacional como componente da orquestra do exigente maestro Radamés Gnattali com quem excursionou pela Argentina em 1941.

Em 1942, retornou ao Rio de Janeiro, passando a fazer parte do conjunto de Claude Austin, que se apresentava no “Cassino do Copacabana Palace”.

Em 1943, gravou seu primeiro disco como diretor de orquestra, dirigindo a orquestra The Midnigthers, que foi organizada a pedido da Victor para tocar composições norte-americanas e suprir com isso o mercado, pois os músicos norte-americanos se encontravam em greve naquele momento. A orquestra contava com três pistonistas, quatro sax, dois trombones, ritmo e o vocalista Nilo Sérgio. Na ocasião gravaram os foxtrotes “My devotion”, de Wiliam e Napton, e “I’ll never know”, de Warren e Gordon, ambos grandes sucessos.

No mesmo ano de 1943, fez suas primeiras gravações, dirigindo sua própria orquestra. Em 10 de outubro daquele ano gravou seis músicas pela Victor, entre as quais os frevos “Vira as máquinas”, de Marambá, “Cadê você”, de Levino Ferreira e “A hora é essa”, de Zumba, além dos frevos-canções “Primeira bateria”, de Capiba e “Bye, bye, my baby”, de Nélson Ferreira e “Cai, cai”, de Marambá, com o vocal de Carlos Galhardo.

A partir daí, a orquestra do maestro Zacarias, ou conforme seu nome de batismo dado pelas gravadoras “Zaccarias e Sua Orquestra” gravou frevos dos compositores mais consagrados de Pernambuco: Nelson Ferreira, Capiba, Zumba, Levino Ferreira, Antonio Sapateiro, Lourival Oliveira, Lídio Macacão etc. Durante a década de cinqüenta, por sete anos seguidos veio abrilhantar os bailes de carnaval do então chique Clube Internacional do Recife.

A orquestra do maestro Zacarias era uma beleza! Competia em pé de igualdade com as grandes orquestras de Pernambuco. Eu acho que a dele era até superior a algumas que existiam por aqui. E ele nas gravações dava seu show particular de clarineta, considerando-se que foi um dos expoentes desse instrumento no Brasil.

Durante a década de sessenta a orquestra de Zacarias ainda teve uma intensa atividade, mas exatamente em 1971, aos 60 anos de idade, o clarinetista parou com tudo. Não quis mais saber de música. Não é difícil adivinhar o motivo pelo qual tomou essa drástica decisão. Como resultado dessa paralisação inesperada da sua orquestra, com poucos anos depois Zacarias sofreu o doloroso esquecimento em vida. Para quem teve um apogeu artístico como ele, deve ter sido muito triste. Quando faleceu, os jornais não publicaram uma notinha sequer. Aliás, não se sabe nem o ano em que ele faleceu!

Então, um músico com esse perfil de amante e divulgador do frevo deveria merecer uma homenagem dos que fazem a cultura em Pernambuco.

Para finalizar, quero registrar a minha gratidão, como pernambucano, ao grande músico e maestro Zacarias. E o faço procurando trazer um pouco de saudade àqueles que estiverem vivos e acompanharam sua brilhante trajetória artística pelos salões de baile do Recife. Vamos lembrá-lo com o lindo frevo “Três da Tarde”, de Lídio Macacão, gravado pela sua orquestra em 1960.

Evoé, maestro Aristides Zacarias!!!

Fonte: Abílio Neto
https://www.youtube.com/user/zepreah

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Outras Fontes:
http://dicionariompb.com.br/aristides-zacarias/dados-artisticos

http://www.overmundo.com.br/banco/maestro-aristides-zacarias-grande-nome-do-frevo

http://bolachadecera.blogspot.com.br/2013_01_01_archive.html

https://catalogobandasdemusicape.wordpress.com/o-frevo-e-a-banda/

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Maestro Aristides Zacarias
Regente. Instrumentista. Compositor.

Seus pais eram músicos pobres. Aos dois anos mudou-se para São José do Rio Preto, em São Paulo, localidade onde iniciou seus estudos de clarineta. Teve como professor o mestre de banda Pedro Moura, pai do saxofonista Paulo Moura.

Iniciou a carreira artística aos 18 anos, quando ingressou na Banda de Quaranta, no interior de São Paulo. No mesmo período apresentou-se em cinemas do trompetista José Moura, com quem organizou uma banda que tocava em bailes do Automóvel Clube, de São José do Rio Preto, e do pianista Chiquinho Scarambone.

Em 1931, transferiu-se para Catanduva, onde atuou no Clube Sete de Setembro. Em 1932, por ocasião da Revolução Constitucionalista que explodiu naquele ano em São Paulo, deixou o emprego no Clube Sete de Setembro. Em 1934, transferiu-se para a capital paulista, onde atuou em diversas gafieiras, entre as quais a Itália Fausta, e tocava em troca de local para dormir. Mudou-se pouco depois para Santos, onde arranjou emprego para tocar no Cabaré Coliseu, e em seguida, empregou-se para tocar em navio que realizava viagens costeiras.

Em 1935, retornou para São Paulo e foi convidado por José Gagliardo para integrar a Orquestra da Rádio Cosmos, que o mesmo estava organizando. Ainda no mesmo ano viajou para o Rio Grande do Sul, a fim de fazer parte da orquestra organizada pelo cantor Ascendino Lisboa, para atuar na inauguração do cassino Farroupilha, na cidade de Porto Alegre. Na mesma ocasião tocou nas comemorações do centenário da Revolução Farroupilha e também na Rádio Farroupilha. Foi em seguida para o Rio de Janeiro, indo atuar no Cassino Icaraí, em Niterói. Ficou pouco tempo no Rio, pois logo ingressou na Orquestra de Romeu Silva para uma excursão de oito meses em Buenos Aires, apresentando-se na Rádio El Mundo e no Cassino Tabarís.

Em 1936, retornou ao Rio de Janeiro, passando a atuar no Cassino da Urca. Na mesma ocasião tomou parte em sua primeira gravação, acompanhando à clarineta o cantor Almirante, juntamente com a Orquestra de Simon Boutman. Em 1937, deixou a Orquestra Romeu Silva, passando a atuar na Rádio Nacional, onde tocou na Orquestra All stars, sob a direção de Radamés Gnattali. Em 1939, viajou para os Estados Unidos para tocar com a Orquestra de Romeu Silva, no Pavilhão do Brasil, na Feira Internacional realizada na cidade de Nova York.

Em 1941, excursionou pela Argentina com a Orquestra da Rádio Nacional. Na ocasião exibiu-se no programa “Hora del Brasil”, na Rádio Municipal de Buenos Aires, apresentando-se também na Boate Embassy. Em 1942, retornou ao Rio de Janeiro, passando a fazer parte do conjunto de Claude Austin, que se apresentava no Cassino do Copacabana Palace. Pouco depois passou a integrar a orquestra do maestro Fon-Fon, na Rádio Tupi do Rio de Janeiro. No mesmo período atuou no Cabaré Assírio, no subsolo do Teatro Municipal do Rio de Janeiro.Voltou em seguida a atuar na Orquestra do Copacana Palace, então sob a direção do maestro Fon-Fon, indicado por ele para substituir Claude Austin.

Em 1943, gravou seu primeiro disco como diretor de orquestra, dirigindo a orquestra The Midnigthers, que foi organizada a pedido da Victor para tocar composições norte-americanas e suprir com isso o mercado, pois os músicos americanos se encontravam em greve naquele momento. A orquestra contava com três pistonistas, quatro sax, dois trombones, ritmo e o vocalista Nilo Sérgio. Na ocasião gravaram os foxtrotes “My devotion”, de Wiliam e Napton, e “I’ll never know”, de Warren e Gordon, ambos grandes sucessos. No mesmo ano fez suas primeiras gravações, dirigindo sua própria orquestra. Em 10 de outubro daquele ano gravou seis músicas pela Victor, entre as quais os frevos “Vira as máquinas”, de Marambá, “Cadê você”, de Levino Ferreira e “A hora é essa”, de Zumba, além dos frevos-canções “Primeira bateria”, de Capiba e “Bye, bye, my baby”, de Nélson Ferreira e “Cai, cai”, de Marambá, com o vocal de Carlos Galhardo.

Em 1944, gravou o samba “Brasil”, de Benedito Lacerda e Aldo Cabral, com o vocal das Três Marias, a batucada “Cai, cai”, de Roberto Martins, o choro “Tico-tico no fubá”, clássico de Zequinha de Abreu, e com o vocal das Três Marias e Nilo Sérgio, o samba “Morena boca de ouro”, de Ary Barroso. No mesmo ano, regravou três dos maiores sucessos do cancioneiro popular brasileiro em todos os tempos, os sambas “Aquarela do Brasil”, de Ary Barroso, e “Praça onze”, de Herivelto Martins e Grande Otelo, e o choro “Carinhoso”, de Pixinguinha e João de Barro. No mesmo período dividiu discos com Carlos Galhardo e Nélson Gonçalves, gravando frevos e frevos-canção como “Olha a beliscada”, de Levino Ferreira, “Sabe lá o que é isso?”, de Nélson Ferreira e “Lá vai poeira”, de Marambá.

Em 1945, gravou o samba “Não tenho lágrimas”, de Max Bulhões e Milton de Oliveira, e também “O caminho é longo para Tipperery”, versão em ritmo de samba da composição dos americanos Jack Judge e Harry Williams. Gravou ainda os frevos “Cuidado, senão eu grito”, de Zumba, “O salão está vazio”, de Jones Johnson, “Espalha brasa”, de Marambá, “A cobra tá fumando”, de Levino Ferreira e “Agüenta a virada”, de Edivaldo Pessoa. No mesmo ano passou a atuar como diretor musical da Victor.

Em 1946, gravou os sambas “A casinha pequenina” e “Meu limão, meu limoeiro”, de domínio público, e o choro “Apanhei-te, cavaquinho”, de Ernesto Nazareth, entre outras. Gravou ainda os frevos “Meu chamego é você”, de Marambá, “Edinho no frevo”, de Carnera e “Entra na fila”, de Levino Ferreira. Em 1947, gravou o samba “Feiticeira”, de Ary Barroso, a “Valsa nº 7”, de Chopin, em ritmo de samba, o samba “Palpite feliz”, de Noel Rosa e Vadico, e o frevo “Chegou sua vez”, de Levino Ferreira, entre outras.

Em 1949, gravou de Chiquinha Gonzaga o choro “Atraente” e, de Dorival Caymmi, a toada “Peguei um ita no Norte”. No mesmo ano sua orquestra recebeu o Prêmio de Melhor Orquestra do Rio de Janeiro. Em 1950, entre outras composições, gravou os frevos “Lá vai veneno”, de Zumba, “O frevo da meia-noite”, de Carnera, “O caldeirão está fervendo”, de Jones Johnson, o samba “Último desejo”, de Noel Rosa, e o samba-canção “No rancho fundo”, de Ary Barroso e Lamartine Babo. No mesmo ano deixou depois de sete anos o Copacabana Palace Hotel, transferindo-se com sua orquestra para o Hotel Excelsior, em São Paulo.

Em 1951, gravou o samba “Feitio de oração”, de Noel Rosa, o motivo popular “Peixe vivo”, em ritmo de baião, com arranjos de Mário Zan e Palmeira, a marcha-frevo “Saudades de Raul Morais”, de Edgard Morais, e de sua própria autoria e Pernambuco, o baião “Pedalinho”. No mesmo ano foi contratado pela Prefeitura de Montevidéu, no Uruguai, para atuar ao lado da orquestra de Xavier Cugat. Retornando ao Brasil, apresentou-se durante um mês na cidade de Recife, voltando a seguir para o Rio de Janeiro.

Em 1952, ganhou o Prêmio de Melhor Clarinetista do Ano, em concurso instituído pela Rádio MEC. No mesmo ano gravou os choros “Xamexuga”, de sua autoria e Pernambuco, e “Franci”, de Ari Monteiro, a valsa “Flor de laranjeira”, de Ari Monteiro e Irani de Oliveira e o fox “Parabéns a você”, com arranjos do maestro Lindolfo Gaya. Ainda em 1952, realizou gravações em separado com seu conjunto e com seu sexteto. Com o sexteto Zacarias gravou a guarânia “Índia”, em ritmo de baião, e o choro “Sugestivo”, de Moacir Silva. Já com seu conjunto gravou o bolero-mambo “Jezebel”, de Wayne Shanklin, e o baião “Dance no baião”, com arranjos de sua autoria. Em 1953, gravou de sua autoria o choro “Rebolando”, de Lourival Faissal e Getúlio Macedo, o baião “O banjo no baião”, e, de Carnera o frevo “Esquecendo as mágoas”. No mesmo ano, realizou uma série de programas na Rádio Nacional do Rio de Janeiro e formou o Conjunto Zacarias para atuar na Boate Vogue. No mesmo período, organizou com o pianista Fats Elpídio o Quarteto Excelsior, a fim de atuar no Hotel Excelsior.

Em 1954, gravou o samba “Agora é cinza”, de Alcebíades Barcelos e Armando Marçal, os frevos “Vassourinhas no Rio” de Carnera, e “Isquenta mulhé”, de Nélson Ferreira. Em 1955, gravou os frevos “Vassourinha do Levino”, de Levino Ferreira, “Carro-chefe”, de Nélson Ferreira, e “Vale-tudo”, de Carnera. Ainda em 1955, foi escolhido pelo crítico Silvio Túlio Cardoso, através da coluna “Discos populares” escrita por ele para o jornal O Globo, como o “melhor regente de pequeno conjunto do ano” recebendo como prêmio um “disco de ouro” entregue em cerimônia no Golden Room do Copacabana Palace. Em 1956, gravou os frevos “Zaccarias no frevo”, de Carnera e “Tempo quente”, de Edgard Morais. No mesmo ano, gravou com Fats Elpídio, na dobradinha clarinete e piano, a canção “Os pobres de Paris”, de Marguerite Monnot e o fox “Blue star”, de Young e Heyman. Em 1957, gravou de Ary Barroso os sambas “Aquarela do Brasil” e “Na Baixa do Sapateiro”, e de Mário Zan e J. M. Alves, o dobrado “Quarto centenário”. Recebeu nesse mesmo ano seu segundo Disco de Ouro. Na mesma época, trocou o Excelsior pelo Country Clube do Rio de Janeiro, ocasião em que ampliou seu conjunto, transformando-o em um sexteto com a entrada de mais um sax e um trombone.

Nos anos 1950, atuou durante sete anos no carnaval do Clube Internacional de Recife. Em 1960, estreou com o diretor da Orquestra da TV Excelsior do Rio de Janeiro, ocasião na qual abandonou a direção musical da RCA Victor. No mesmo ano gravou com seu conjunto e coro os sambas “A corneta no samba “, de Monsueto Menezes, e “Nostalgia”, de sua autoria. Em 1961, gravou o rojão “É crime não saber ler”, de sua autoria, o xote “Mulher transviada”, de sua autoria e J. Borges, e com sua orquestra, o frevo-de-bloco “Recordando a mocidade”, de Edgard Morais e o frevo-canção “Segure esse bode”, dos Irmãos Valença.

Em 1962, gravou com seu regional os xaxados “Chen-en-en”, de Rui Morais e Silva, e “Pagode da Maria”, de sua autoria e Manoel Avelino. Durante os anos 1960, gravou 21 LPs com a Orquestra Namorados do Caribe, composta por antigos elementos de sua orquestra e por uma seção de cordas. Ao longo de sua carreira gravou dezenas de discos, incluindo diferentes gêneros musicais, especialmente sambas e frevos.

Em 1966, com o fechamento da TV Excelsior, passou a atuar em boates. Em 1971, abandonou a carreira artística.

  • [195?) Sambas em black tie • RCA Victor • LP
  • ([195?) Sambas em desfile • RCA Victor • LP
  • ([195?) Uma noite no Country Club • RCA Victor • LP
  • ([195?) Coquetel dançante Nº 2 • RCA Victor • LP
  • ([195?) Música, maestro • RCA Victor • LP
  • (1961) Gavião/É de estourar • RCA Victor • 78
  • (1961) Recordando a mocidade/Segure esse bode • RCA Victor • 78
  • (1960) A corneta no samba/Nostalgia • RCA Victor • 78
  • (1959) Viva o nosso papai. Com Quarteto Excelsior • RCA Victor • 78
  • (1958) Papa-filas • RCA Victor • 78
  • (1958) Sacode tudo • RCA Victor • 78
  • (1957) Aquarela do Brasil/Na Baixa do Sapateiro • RCA Victor • 78
  • (1957) Quarto centenário/Dobrado 220 • RCA Victor • 78
  • (1956) Zaccarias no frevo • RCA Victor • 78
  • (1956) Não adianta chorar/Desacatando • RCA Victor • 78
  • (1956) Tempo quente • RCA Victor • 78
  • (1956) Os pobres de Paris/Blue star. Com Fats Elpídio • RCA Victor • 78
  • (1956) A woman in love/The tender trap. Com Fats Elpídio • RCA Victor • 78
  • (1956) Mr. Wonderful/Memories are made of this. Com Fats Elpídio • RCA Victor • 78
  • (1955) Vassourinha do Levino/Vai mexendo • RCA Victor • 78
  • (1955) Vale-tudo • RCA Victor • 78
  • (1955) Carro-chefe • RCA Victor • 78
  • (1954) Agora é cinza/Fecha, carrança • RCA Victor • 78
  • (1954) Arrasta-pé/Nostálgico • RCA Victor • 78
  • (1954) Vassourinhas no Rio • RCA Victor • 78
  • (1954) Isquenta mulhé • RCA Victor • 78
  • (1954) O frevo é assim • RCA Victor • 78
  • (1954) Ebb tibe/Anna • RCA Victor • 78
  • (1954) Por amor/Gracioso. Com seu conjunto • RCA Victor • 78
  • (1953) O banjo no baião/Rebolando • RCA Victor • 78
  • (1953) Esquecendo as mágoas • RCA Victor • 78
  • (1953) Baião do sul/Auf wierdersehen, meu amor. Com seu conjunto • RCA Victor • 78
  • (1952) Xamexuga/Franci • RCA Victor • 78
  • (1952) Flor de laranjeira/Parabéns a você • RCA Victor • 78
  • (1952) Índia/Sugestivo • RCA Victor • 78
  • (1952) Jezebel/Dance no baião • RCA Victor • 78
  • (1952) É pra fuxico • RCA Victor • 78
  • (1952) Fantasma • RCA Victor • 78
  • (1952) Cangarussu/Carlos Avelino • RCA Victor • 78
  • (1952) Tota no frevo • RCA Victor • 78
  • (1952) Geraldo no frevo/Levado da breca • RCA Victor • 78
  • (1951) Feitio de oração/Mesquitiando • RCA Victor • 78
  • (1951) Peixe vivo/Meu barquinho • RCA Victor • 78
  • (1951) Favela/Pedalinho • RCA Victor • 78
  • (1951) Canhão setenta e cinco/Saudades de Raul Morais • RCA Victor • 78
  • (1951) Minas Gerais/O delegado é o mesmo • RCA Victor • 78
  • (1951) Fazendo inferno • RCA Victor • 78
  • (1951) É pra quem pode/Adeus alegoria • RCA Victor • 78
  • (1951) Clarins da madrugada • RCA Victor • 78
  • (1951) Tira prosa • RCA Victor • 78
  • (1950) Lá vai veneno • RCA Victor • 78
  • (1950) O tocador quer fumar • RCA Victor • 78
  • (1950) Frevo da meia-noite • RCA Victor • 78
  • (1950) O caldeirão está fervendo • RCA Victor • 78
  • (1950) Com essa eu vou • RCA Victor • 78
  • (1950) Gaúcho • RCA Victor • 78
  • (1950) Três da tarde/Fogão • RCA Victor • 78
  • (1950) Sururu na cidade/Último desejo • RCA Victor • 78
  • (1950) Canta Brasil/No rancho fundo • RCA Victor • 78
  • (1950) Frevo dos vassourinhas/Freio a óleo • RCA Victor • 78
  • (1950) Aperta o passo • RCA Victor • 78
  • (1950) Lágrimas de folião • RCA Victor • 78
  • (1950) Gostozinho • RCA Victor • 78
  • (1950) Ponto final • RCA Victor • 78
  • (1949) Peguei um ita no Norte/Atraente • RCA Victor • 78
  • (1947) Feiticeira/Sétimo véu • RCA Victor • 78
  • (1947) Palpite feliz/Danúbio azul • RCA Victor • 78
  • (1947) Gafanhoto/Lamento negro • RCA Victor • 78
  • (1947) Linguarudo • RCA Victor • 78
  • (1947) Tira-teima • RCA Victor • 78
  • (1947) Chegou sua vez • RCA Victor • 78
  • (1947) Cheguei na hora • RCA Victor • 78
  • (1947) Agora é você • RCA Victor • 78
  • (1946) A casinha pequenina/Jurô • Victor • 78
  • (1946) Meu limão, meu limoeiro/Implorar • Victor • 78
  • (1946) Menina dos olhos/Escorregando • Victor • 78
  • (1946) Meu chamego é você • Victor • 78
  • (1946) Edinho no frevo • Victor • 78
  • (1946) Olha a saúde • Victor • 78
  • (1946) De guarda-sol aberto • Victor • 78
  • (1946) Entra na fila • Victor • 78
  • (1944) Cai, cai/Brasil • Victor • 78
  • (1944) Tico-tico no fubá/Morena boca de ouro • Victor • 78
  • (1944) Aquarela do Brasil/Praça onze • Victor • 78
  • (1944) Carinhoso/Batuque no morro • Victor • 78
  • (1944) Não tenho lágrimas/O caminho é longo para Tipperary • Victor • 78
  • (1943) Vira as máquinas/Cai, cai • Victor • 78
  • (1943) Cadê você/Primeira bateria • Victor • 78
  • (1943) A hora é essa/Bye, bye, my baby • Victor • 78

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fonte: http://dicionariompb.com.br/aristides-zacarias

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