Mapeamento I

Projeto Mapeamento I – Bandas de Música Tradicionais de Pernambuco
(Zona da Mata Norte e RMR Norte – Incentivo Funcultura 2013)
para videoPRODUÇÃO DE CLIPES
Prezado visitante, o leque de opções oferecido é bastante amplo: biografias, partituras, e-books, textos, blogs sobre filarmônicas. Direcionamos ações para o Projeto Mapeamento I – Bandas de Música Tradicionais (etapa: Zona da Mata Norte). Há aspectos específicos referentes a cada Banda, há vários outros em comum. A existência de afinidade, através de semelhanças, gera possibilidades de desenvolvimento de soluções por meio de disposição interna para aspectos específicos, mas soluções coletivas esbarram na falta de comunicação entre Bandas. Veja clipes produzidos e visite o blog das Filarmônicas.
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Sociedade Musical 1º de Novembro, Angélicas, distrito de Vicência/PE
Sr Joel 1Projeto Mapeamento I – Sociedade Musical 1º de Novembro, Angélicas/PE, visita a sede: Angélicas chegou a ter duas sedes de Bandas de Música, aqui apresentaremos a experiência do Sr. Joel que passou por duas Bandas delas; entrevista realizada na sede da Sociedade Musical 1º de Novembro;  Joel Rocha da Silva presidente; iniciou na Banda Revoltosa de Angélicas em 1955; ingressou na 1º de Novembro em 1970; em 1970 a Banda Revoltosa de Aliança encerrou; Sr. Joel ingressou na Revoltosa em 1955 aos 10 anos de idade; permaneceu até 1970; há 45 anos está integrado a 1º de Novembro; memórias de Angélicas, distrito de Vicência/PE.
Snapshot 1 (09-07-2015 01-25)Projeto Mapeamento I – Sociedade Musical 1º de Novembro, Angélicas, distrito de Vicência/PE, entrevista: Joel Rocha da Silva presidente da Banda; Maestro João Paulo ex-regente. Na mesma semana desta entrevista o Maestro João Paulo havia concluído o curso de regência pelo CPM em dezembro de 2014, a importância da visita deve-se ao fato de ter sido na Sociedade Musical 1º de Novembro que iniciou a reger aos 16 anos e a convite do Joel Rocha;  O Sr. Joel iniciou em 1970 na 1º de Novembro que foi fundada em 1922; * – a Banda e sede são mantidas pelo Sr. Joel Rocha; * – ausência de apoio do poder público
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Sociedade Musical 24 de Fevereiro – Macujê
DSCN1312Projeto Mapeamento I – Sociedade Musical 24 de Fevereiro – entrevista. Saindo do Recife no sentido de São Lourenço, passamos por: Paudalho, Carpina, Nazaré da Mata, Tracunhaém, Buenos Aires, Vicência. Em Aliança, encontramos com Juarez Rodriguês nosso guia dai para frente. “Em Macujê” encontramos com: o presidente Bajê e o vice-presidente Hercílio. A Banda funcionou entre 1908 e 1997. Passou tres anos parada. Bajê que assumiu a presidência da Banda em 2000. Levou 14 anos para reerguer a Sociedade 24 de Fevereiro. História, memória e esperança no futuro da Sociedade Musical fundada em 1908, em Macujê, Aliança/PE.
Banda MacujêProjeto Mapeamento I – Sociedade Musical 24 de Fevereiro – ensaio na sede. Fundada em 1908, Macujê, Aliança/PE. Com nova formação, e participação de aprendizes, a voltou a funcionar há poucos anos. No caminho de Macujê, mostramos a dificuldade de acesso e belos trechos. Maestro Nildo apresenta: Josevaldo Dias contramestre, trompetista, professor de teoria musical e prática de conjunto. Maestro Nildo apresenta: os integrantes da Banda. Careca, percussão, fala da satisfação de participar da Banda. José Carlos (Bajê): presidente da Sociedade Musical 24 de Fevereiro. Bajê Reorganizou a Banda e conseguiu abrir a escolinha.
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Escola da Banda Municipal de Buenos Aires/PE
Maestro Minuto 1Projeto Mapeamento I – Banda Municipal de Buenos Aires/PEMaestro e professor João Paulo (Minuto) – foi criada em 1994, durou alguns anos e formou músicos, teve suas atividades suspensas por 10 anos, retornando em 2014. Assuntos abordados: ações para formação de músicos e ativação da Banda Municipal de Buenos Aires; formação da 2ª geração de músicos; a Escola da Banda; iniciou com o Maestro Minuto, há 14 anos, com apoio do atual prefeito; a escolinha é um trabalho de iniciação musical objetivando a criação do corpo da Banda; surgimento da 1ª geração de músicos em Buenos Aires; aquisição de instrumentos; planos para o futuro da Banda.
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Sociedade Musical Revoltosa 29 de Julho – Aliança
Snapshot 1 (20-05-2015 20-11)Projeto Mapeamento I – clipe “o Dobrado e a Banda” – Sociedade Musical Revoltosa 29 de Junho – Aliança/PE – “Dentro da variedade dos estilos e formas de composições que compõem o repertorio das bandas de música brasileiras, o dobrado – marcha cívica tradicional que tem sua origem ligada à música militar é o que mais identifica as corporações musicais do nosso país. Esta afirmação encontra base nas pesquisas que o musicólogo Curt Lange fez sobre as nossas bandas bem como também em estudos feito por outros pesquisadores que se aventuram neste campo. Marcha: Peça musical que se destina a marcar ou evocar o ritmo cadenciado.” (texto do Maestro Rocha Souza/PI).
Revoltosa - Aliança - 6Projeto Mapeamento I – ensaio na sede – Sociedade Musical Revoltosa 29 de Junho – Aliança/PE – sobre a Revoltosa: No dia 01 de agosto músicos desligados da Sociedade Musical 15 de Agosto reuniram-se na sede do Maracatu Leãozinho da cidade de Aliança-PE e na pauta da reunião decidiram fundar uma sociedade musical, sociedade esta que tivesse dentro do princípio que os músicos queriam, ou seja, uma banda atuante , que elaborasse projetos sociais, que os músicos fossem o agente principal e também que houvesse uma inovação musical.
Luiz NetoProjeto Mapeamento I – entrevista diretoria, clipe I; Sociedade Musical Revoltosa 29 de Junho – Aliança/PE – Luiz Neto – presidente, trompetista e instrutor, faz a mediação entre os participantes num breve debate sobre a Revoltosa; foram abordados os seguintes temas: * – revendo ações em quatro anos de fundação; * – o inicio sem sede, estatuto, instrumentos, partituras, estantes… * – o a banda cresceu e precisou de novo espaço; * – os problemas persistiram, mas soluções foram encontradas; * – apoios e confiança no trabalho; * – a jovem diretoria está aprendendo a administrar; * – a falta de apoio público (municipal, estadual e federal); veja mais
Revoltosa 2Projeto Mapeamento I – entrevista – clipe II – Sociedade Musical Revoltosa,  29 de Junho – Aliança/PE – Assuntos abordados: logo no inicio da Sociedade; * manutenção do patrimônio adquirido; * O apoio do comercio e de comerciantes locais; * como equacionar dívidas e cachês atrasados; * busca de auto sustentabilidade; * a responsabilidade de manter a banda e os serviços; * os sócios e colaboração mensal; * o reconhecimento do professor na trajetória do jovem regente Jardel Tenório; * agradecimentos a Emanoel Barros (Condado, compositor do hino da Revoltosa); * – colaboração do artista plástico Jeronimo (Aliança); * – 04 anos da 1ª diretoria.
clipe IIIProjeto Mapeamento I – entrevista diretoria, parte III, Sociedade Musical Revoltosa 29 de Junho – Aliança/PE – assuntos debatidos: * o sentido percorrido pela Revoltosa; * Eduardo Guedes, diretoria, sax; 2011… logo no inicio da Sociedade. Participação: Luiz Neto – presidente, trompetista e instrutor; Jardel Tenório, regente, trompetista e instrutor; Jaderson Tenório – clarinete, instrutor; Juarez Rodriguês – clarinete, tesoureiro interino; Rafael Gustavo, vice presidente (ex-regente da Banda); Jonaldo Barboza – diretoria – sax; o pessoal sorteio a HQ Formiga no carnaval da vida” e camisetas da Orquestra Popular do Recife.
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Sociedade Musical Curica
emersonProjeto Mapeamento I – Curica: chegando a sede, conhecendo parte I *- Escola de Música da Curica – Cristian Silva, aula de História da Música (sala 01). Cristian apresentou o espaço da Curica e as atividades desenvolvidas. *- Everton Luiz – Instrutor de flauta doce e saxofonista da Curica – (sala 02). *- Everton Luiz mostra a versatilidade da flauta doce. A proposta é utilizar deste instrumento para interpretar músicas integradas a nossa cultura. Essa utilização do instrumento poderá dinamizar o interesse dos alunos uma vez que os resultados podem ser alcançados em pouco tempo.
alunos curicaProjeto Mapeamento I – Curica: chegando a sede, conhecendo parte II *- Escola de Música da Curica, registro de atividades: *- Edson Junior, presidente, trompetista e professor – (sala 03). Acompanhamos parte da aula de percepção rítmica, teoria e leitura em grupo. Com bons resultados de participação e atenção. *- Isnally Drummer instrutora de percussão, aula de percepção rítmica (sala de ensaio). Nessa aula todos os alunos interagiram utilizando instrumentos de percussão. Observa-se que pouco a pouco os próprios alunos interagiam entre si por meio da rítmica étnica do baque virado.
cris-edson-reiProjeto Mapeamento I – Banda Musical Curica – clipe 1 – entrevista diretoria   Cristian Silva, Edson Junior e Reinaldo Miguel, foram abordados os seguinte aspectos: Cristian ensina História da Música e Ética; * – Edson Junior – presidente, trompetista e professor; * – Iniciou na Curica aos 08 anos de idade; * – administração via vivência na Curica; * – a reformulação da escola de música da Curica; * – Curica: “uma Banda escola”, * – Reinaldo Miguel – músico, diretor, arquivista da Curica, e secretário da escola, veja mais…
cris-edsonProjeto Mapeamento I – Banda Musical Curica – clipe 2 – entrevista diretoria * – Cristian Silva (diretora e coordenadora pedagógica) Edson Junior (presidente, trompetista, professor) Reinaldo Miguel – músico, diretor, arquivista e secretário, foram tratados os seguintes aspectos: * – a importância da Curica na história das Filarmônicas; * – o novo direcionamento criado em 2007; * – o diferencial da Curica; * – planos para o futuro; * – arranjos musicais para Filarmônicas no século XXI; * – origens e atualidade; * – compositores e arranjadores pernambucanos; * – o futuro das Filarmônicas;
pedro arthurProjeto Mapeamento I – Banda Musical Curica, Goina PE –  Ensaio – * – registro de ensaio, conduzido pelo trompetista e presidente da Curica, Edson Junior; * – ralentando a execução do frevo, facilitando a percepção; * – passando o tema por grupo de instrumentos; * – na repetição do Frevo Vassourinha mostra-se o principio de audição, para os instrumentista, na função de cada grupo de instrumentos; * – com repertório leve a Curica possibilita aos aprendizes terem experiência tocando com os instrumentistas mais experientes.
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Banda Musical 1º de Março
ensaio 1Projeto Mapeamento I – Clipe 1 Ensaio, Banda Musical 1º de Março, Chã de Alegria/PE, Fundada em 1º de março de 1989, regência Maestro Bartolomeu Edgar. As dificuldades são muitas. Com pouco apoio os próprios músicos se organizam entre si para manter a pequena e jovem 1º de Março. Numa sede improvisada a Banda procura desenvolver as atividades. Outro bom exemplo de tenacidade e continuidade por parte dos musicos envolvidos com o ideal de manter e fazer crescer a Filarmônica.
ensaio 2Projeto Mapeamento I – Clipe 2 Ensaio, Banda Musical 1º de Março, Chã de Alegria/PE, Fundada em 1º de março de 1989, atualmente tem na regência o jovem Maestro Bartolomeu Edgar. As dificuldades são muitas. Com pouco apoio os próprios músicos se organizam entre si para manter a pequena, e jovem, 1º de Março. Numa sede improvisada a Banda procura desenvolver as atividades. Observamos que os integrantes, mesmo sendo amigos desde a adolescência, e tendo evoluído com o jovem regente demonstram atenção ao mesmo.
maestroProjeto Mapeamento I – Entrevista – Maestro Bartolomeu Edgar, Banda Musical 1º de Março, Chã de Alegria/PE, num ótimo clima de recepção o jovem regente, desta também jovem Banda, abordou os seguintes temas: * – história da Banda; * – Maestro Vadinho, o fundador in memoriam; * – maestro Bartolomeu Edgar da iniciação a regência; * – planos para o futuro e manutenção da memória da Banda; * – importância da Banda de Música; * – educação musical para um mundo melhor; * – motivação para continuar no caminho. O modo claro e seguro do Maestro colabora na manutensão dos trablhaos com a Filarmônica.
músicoProjeto Mapeamento I – Depoimento dos músicos – Banda Musical 1º de Março, Chã de Alegria/PE. Contamos com a participação dos músicos: maestro Bartolomeu Edgar, João Vitor, Maestro André Souza, Andrielson Araújo (contramestre), Elias Vinicius. Foram abordados os seguintes temas: * – estrutura e dificuldades; * – logística e material; * – apoio: Casa das Juventudes; * – pronunciamento dos músicos componentes; * – Elias Vinicius – trombone; * – Andrielson Araújo (contramestre) – flauta/sax; * – Maestro André Souza – sax; * – João Vitor – clarinete; * – Maestro Vadinho (in memoriam)
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Sr. Passos dirigente da Sociedade Musical 1º de Maio, Itapissuma/PE 
Sr PassosProjeto Mapeamento I – Sr. Passos, biografia. Apresentamos resumo biográfico do Sr. Passos, um músico que bem define a “esperança em dias melhores”. Em 1989 tornou-se presidente da Banda, criou a escola de música da Sociedade Musical 1º de Maio. No 5º mandato o Sr. Passos atualizou o estatuto e atividades. Atualmente o Sr. Passos é o Secretário da Banda. Nela tocou tuba, seu primeiro instrumento, depois trombone de pisto e por ultimo trombone de vara. Tocou na 1º de Maio de 1972 até 2009. Em 1980 até a presente data faz parte da direção da 1º de Maio. O Sr. Passos colaborou entre 1968 e 1972 com a Banda Alvorada (de Itamaracá).
Banda 1º de Maio - Itapssuma Sr. Passos 1Projeto Mapeamento I – Sr Passos – clipe 1 – Foram abordados os seguintes aspectos: estudou Teoria Musical no Liceu de Artes e Ofício (Recife); ingressou na Sociedade Musical 1º de Maio em 1980; na adolescência morou em Recife alguns anos, procurou o Liceu de Artes e Ofício; voltou para Itamaracá, lá com o Padre Mozinho formou a banda Alvorada (1969); conseguiu apoio com a Poty; no inicio da década de 70 conseguiu apoio com a Poty para criação da Banda Alvorada em 1969 em Itamaracá; seu primeiro instrumento foi a Tuba; 1972 ingresso e evolução na Banda de Itapissuma; com a emancipação a sede da Banda ficou em Itapissuma; em 1989 tornou-se presidente da Banda (realizou 5 mandatos); criou a escola de música da Sociedade Musica 1º de Maio
bandaProjeto Mapeamento I – Sr Passos – clipe 2 – foram abordados os seguintes aspectos: da iniciação musical a colaboração na criação da Banda de Itamaracá; 1959 o estudo da Música (teoria e prática); Liceu de Artes e Ofício (Recife); tentou aprender violino e acordeom; o ingresso e evolução na Banda de Itapissuma; tuba o 1º instrumento; trombone de pisto; tuba, depois trombone de vara; tocou na Filarmônica até 2009; onde nasceu seu amor pela Música; criação da Orquestra de Frevo 1º de Maio, do grupo de pagode; quando ele pensou em parar, surgiu o coco de roda; criou a Escola de Samba Gigante do Espinheiro, em Itapissuma;
sede 1º de Maio - ItapissumoProjeto Mapeamento I – Sr  Passos – clipe 3 – Foram abordados os seguintes aspectos: A Banda – educação musical para formação cidadã; meninos de rua e meninos na rua; os bons resultados com os alunos da escolinha da Banda; a importância da Banda de Música no interior; organizando a Banda para tocar; o Sr. Passos foi contramestre da 1º de Maio por 05 anos; manutenção e aquisição de instrumentos para Filarmônica; problemas com a prestação de conta acarretaram na perda da subvenção da prefeitura de Itapissuma; as dificuldade enfrentadas sem o apoio público; incentivo e apoio cultural; a crença num futuro melhor pela cultura
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Filarmônica Euterpina de Timbaúba
2Projeto Mapeamento I –ensaio na sede/parte 1. Há um bom clima interpessoal entre os músicos, e registramos um ensaio fluente. A Filarmônica Euterpina foi fundada no dia 09 de fevereiro de 1928, na sede da Liga Atlética de Timbaúba. Funcionou até 1962, quando a EUTERPINA encerrou suas atividades. Mas em 02 de março de 1989, no LIONS CLUBE DE TIMBAÚBA, ela como a ave fênix, acordou. Da antiga EUTERPINA, foram recuperados apenas uma requinta, um velho bombardino, um tuba quebrado e a metade de um trombone, que foram restaurados.
mqdefaultProjeto Mapeamento I – ensaio na sede/parte 2. Aqui vc observará a mesma continuidade de execusão desenvolvida desde o inicio do ensaio. Em 1991, toma posse a segunda diretoria da nova. Dentro dessa nova fase da Euterpina destacamos a ação construtiva do Sr. Nilson Perreli. Durante 15 anos foi fundamental na sustentação da Filarmônica, mesmo não sendo músico. Outro fator importante a atual diretoria é composta por alunos iniciados em 1989.
euterpina timbaúba 2Projeto Mapeamento I – entrevista (parte 1). Registro com músicos da diretoria oriundos da turma de 1989, e que acompanharam como outros dirigentes venceram obstáculos, dentre eles o Sr. Nilson Perreli. Entrevistamos Eder Gomes músico e pesquisador, é o atual presidente da Filarmônica e formatou, dentre outras, a proposta vencedora do prêmio Patrimônio Vivo de Pernambuco.  Josevânio Rique de Lima é o maestro, defensor da continuidade da Filarmônica, nela aprendeu inclusive a reger. Também contamos com a participação do Jailson Matias, musico e tesoureiro, fala sobre o difícil reinicio, e das ações no presente visando sustentabilidade..
euterpina diretoriaProjeto Mapeamento I – entrevista (parte 2) com músicos da diretoria, Eder Gomes (presidente) – sobre o prêmio Patrimônio Vivo de Pernambuco, Renan Pimenta o defensor das Filarmônicas (in memoriam). Maestro Josevânio de Lima (o retorno da Euterpina, em 1989, tocar para o público, outro modo de pensar arranjos, o dobrado e a banda, a constituição do dobrado e a participação da família dos aprendizes no âmbito da nova Euterpina. Jailson Matias, trompetista (tesoureiro) elaboração de planos para suprir necessidades. Observamos habilidades diferentes em cada integrante e ao mesmo tempo o puder gerado entre eles para manter e continuar a Euterpina.
PerreliProjeto Mapeamento I – Nilson Perreli – “entre a velha e a nova Euterpina” – um dos responsáveis pelo retorno da Banda no inicio dos anos 90. Mesmo não sendo músico Perreli defende a importância da Banda de Música no interior, como ambiente de formação e cidadania. Falou sobre: fundada em 1929 e atividades suspensas em 1960, retorno em 1989, a organização da sociedade civil como agente de modificação, Renan Pimenta (in memoriam), a atual diretoria e regência que mantém a Euterpina. O Sr. Perreli é um interessante estudo de caso, pois soube como canalizar várias e diferentes forças para restaurar e manter a nova Euterpina.
Euterpina - Timbaúba - delocamento 1Projeto Mapeamento I – o dobrado e a marcha. Acompanhamos a marcha da Filarmônica executando dobrado. A relação entre marcha e dobrado foi aqui exercitada pelos músicos da Euterpina. Paramos em frente ao prédio da primeira sede, e o Maestro Josevâneo falou a respeito. Fundada no dia 09 de fevereiro de 1928, na sede da Liga Atlética de Timbaúba a Euterpina funcionou até 1962, quando a EUTERPINA encerrou suas atividades. Mas em 02 de março de 1989, ela como a ave fênix, acordou. Veja na sequência a retreta. Observamos um bom nível de organização durante todo percusso da marcha, ” ou execução da música em movimento”.
parte iProjeto Mapeamento I – Filarmônica Euterpina de Timbaúba – (retreta na praça – parte 1). Na abertura da retreta os aprendizes tocaram uma peça. Os resultados dessa ação estão relacionados a mudança da metodologia de ensino e acompanhamento técnico que a diretoria passou a executar. A Banda ganhou mais dinamismo e participação dos alunos. Dentro dessa nova fase da Euterpina destacamos o exemplo construtivo do Sr. Nilson Perreli. Durante 15 anos foi fundamental na sustentação da Filarmônica, mesmo não sendo músico.e  Seu exemplo foi continuado, e a Euterpina de Timbaúba vem demonstrando bons resultados.
parte iiProjeto Mapeamento I – Filarmônica Euterpina de Timbaúba – (retreta na praça – parte 2). Nesta segunda parte registramos uma homenagem ao músico Murilo Apolinário, clarinetista, atualmente professor do curso de música na UFPB e professor no CEMO (Olinda). No final do evento a Filarmônica ficou mais livre para desenvolver elementos de improvisação. Isso tornou a apresentação mais dinâmica para o público. Observamos que o evento foi promovido pela direção da Filarmônica. A montagem da estrutura (cadeiras, som, estantes, partituras) foi realizada pela equipe da Filarmônica,
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Filarmônica 28 de Junho, Condado PE
Rubem na sede da 28Projeto Mapeamento I – entrevista com Rubem Amorim, presidente Filarmônica 28 de Junho, (parte I), Condado PE, participação especial: do Maestro Sergio André  (ex-regente, e ex-presidente da Filarmônica) e do Messias da Silva (regente e professor do Coral, uma ação da Filarmônica 28 de Junho e do Ponto de Cultura Retretas). Rubem Amorim, nascido e criado em Condado/PE, ingressou na Filarmônica em 1958, permanecendo até 1966. Em 2006 regressou para Banda, a convite, como vice-presidente. Durante 40 anos (entre 1966 e 2006) sonhava tocando na Filarmônica. A realização de seu sonho… é de fato, na realidade, “a continuidade de outros sonhos”.
Rubem entrevistaProjeto Mapeamento I – entrevista com Rubem Amorim, presidente Filarmônica 28 de Junho, (parte II) Condado PE, participação especial: do Messias da Silva, e do Maestro Sergio André  (ex-regente). Foram abordados os seguintes aspectos: a realização de um sonho… a continuidade de outros… na parte I da entrevista é evidente que o respeito e carinho de vários músicos e diretores tornaram a Filarmônica centenária. Na entrevista observamos como o retorno do Sr. Rubem trouxe mais vigor a 28 de Junho. Ele fala sobre a importância do Maestro Carlos Alberto, do Messias da Silva e do ex-presidente Maestro Sergio André, e do sentimento de continuidade.
Coral - Retreta - 28 de Junho - 2014Projeto Mapeamento I – Coral de Flautas Rubem Amorim (Condado/PE/2014). Regência: José Messias. O Coral de Flautas é formado por aprendizes da EMPET (Escola de Música Pedro Timóteo) da Filarmônica 28 de Junho – Ponto de Cultura Retretas. O bom entrosamento entre seus participantes demonstra a base dólida que estão recebendo. O Coral é composto de cinco vozes instrumentais diferentes: * Flauta Sopranino, * Flauta Soprano, * Contralto, * Flauta Tenor, * Flauta Baixo. Repertório: Solamente uma vez, Minueto em G, Peixe vivo e Meu boi morreu, Primeira Valsa, Jugle Bells. Obs.: Evilyn Victória, voz nas músicas Criança Feliz e Bom Natal.
Filarmônica 28 de Junho sede-2014Projeto Mapeamento I – Filarmônica 28 de Junho, Retreta parte 1 Condado. Como uma entidade sem fins lucrativos, mantém uma banda de música e uma escola para aprendizes, incentivando assim o gosto pela arte musical. Desta maneira foi e é responsável pela formação de grande número de músicos amadores e profissionais, educação de jovens e adultos e divulgação da cultura musical nordestina, ao longo de seus 110 anos. Ultimamente vários de seus músicos foram para UFPB fazer graduação em música, outros também foram para o estado vizinho participar da vida musical na Polícia Militar. Por um lado lamentam a perda da convivência deles no dia-a-dia, mas por outro a diretoria tem a certeza de que a instituição está no caminho certo.
Rubem e MaestroProjeto Mapeamento I – Filarmônica 28 de Junho, Retreta parte 2 Condado. Aos 110 anos de atividades ininterruptas, a Filarmônica 28 de Junho destacou-se e destaca-se pela qualidade musical, e também se estruturou como ponto de referência, resgate e valorização da cultura nordestina em Condado. A Filarmônica 28 de Junho é uma entidade filantrópica, reconhecida como de Utilidade Pública, e também reconhecida como Patrimônio Municipal do Condado. Recentemente institui-se pela Fundarpe como Ponto de Cultura Retretas, ligado a Rede Canavial. Sua ação de formação profissional vem obtendo bons resultados. Sob a presidência do Sr. Rubem de Oliveira e regência do Maestro Carlos Alberto a instituição vem se inserindo no século XXI.
partitura hino das bandasHINO ÀS BANDAS
Cantemos todos, com alegria,
Com fulgor e energia sem par
A voz do hino vibra nos ares,
Exaltando o povo a cantar.
Quanta beleza! Quanta harmonia!
Nos traz a banda para nossa vida!
E no encanto da melodia
Eis a magia que a banda tem.
……. É tradição,
……. Ouvir tocar,
……. Lindas canções,
……. Jamais esquecidas.
…….. Nos faz lembrar,
…….. A nossa infância
…….. Dons sons festivos
…….. Que a música nos dá.
capa-Luiz_Florentino_de_Moura(Luiz Florentino de Moura, Condado) / Memória – Projeto Mapeamento I –
Mourinha” compositor, arranjador e instrumentista , foi da Banda da Base Aérea do Recife, e iniciou seus estudo na Banda 28 de Junho em Condado/PE.
CD 
Luiz Florentino de Moura “e suas melodias inesquecíveis”.
Hino as Bandas de Música
 (Luiz Florentino de Moura) – arranjo Dimas;
Voltarei (Luiz Florentino de Moura) – arranjo Bert. Rosé;
Sonhei estar no Oriente (Luiz Florentino de Moura) – arranjo Toscano;
Homenagem a São João (Luiz Florentino de Moura) – arranjo Altamiro;
Voltarei (Luiz Florentino de Moura);
Suspirando (Luiz Florentino de Moura) – solo Antônio Moura
emanoel barros condado 1Emanuel Barros – trompetista – compositor, arranjador (condado/PE)Projeto Mapeamento I – Emanoel Barros compositor da letra e música do Hino da Revoltosa de Aliança.  Arranjador com trabalhos para grupos de quarteto à orquestra sinfônica. Iniciou seus estudos com seu pai Fernando Lima, por volta dos 5 anos de idade, ingressando na Filarmônica 28 de Junho. Teve aulas com os mestres Sérgio André, Carlos Alberto, Paulo Santos. Atualmente é trompetista da Orquestra Sinfônica Municipal de João Pessoa, Orquestra Sinfônica Jovem da Paraíba, arranjador residente da Banda Sinfônica José Siqueira. Professor de trompete na Filarmônica 28 de Junho e Escola de Música Roberto Ângelo.
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Sociedade Musical 5 de Novembro, Banda Revoltosa, Nazaré da Mata
cenaProjeto Mapeamento I – entrevista sobre a Revoltosa participantes: Josenildo Dias de Melo (presidente), Maestro Rubens Luís, Nivaldo (vice maestro), Fellipe Roberto (instrumentista e pesquisador), Claiton Freitas (coordenador). A Sociedade Musical 5 de Novembro, Banda Revoltosa – Nazaré da Mata / Fundada em 1915. O sentimento que fez nascer a Revoltosa, em 1915, continua vivo e atuante entre seus participantes. A Revoltosa vem se configurando como Centro de Formação Musical. A atual diretoria da Revoltosa focaliza aspectos humanistas ligados a complexidade brasileira, importante meio de inserção sociocultural.
capa FILARMONICAS-BRASILEIRAS-SONORIZANDO-O-NORDESTEProjeto Mapeamento I – Filarmônicas-Brasileiras Sonorizando o Nordeste – texto: Fellipe Roberto (instrumentista da Banda Revoltosa). Este artigo apresenta o mundo vivenciado pelas bandas filarmônicas no Brasil, mais conhecidas precisamente como bandas de música. O texto busca através de pesquisas sobre o assunto e de experiências próprias, demonstrar quais as contribuições que a banda oferece na formação dos valores da sociedade e de novos músicos para o meio profissional. Iremos tomar como exemplo a prática da banda pelo nordeste do país, onde estas bandas exercem papal primordial na identidade educacional, cultural e social de suas cidades. O trabalho teve como objetivo, analisar os diversos processos desenvolvidos pelas bandas de música no Brasil. A banda filarmônica foi o meio que a sociedade encontrou de substituir as bandas militares. Uma vez que as bandas militares não tinham condições de atender a todas as cidades.
Fellipe Catalogo 1Projeto Mapeamento I – Fellipe Roberto (instrumentista e pesquisador) iniciou na Sociedade Musical 5 de Novembro, Banda Revoltosa, em 2006. No ambiente da Revoltosa aprendeu a delinear seus objetivos. Atualmente é licenciando em Música pela Universidade Federal de Pernambuco e Bolsista no Programa de Licenciaturas Internacionais PLI/CAPES – Estudos Artísticos – Universidade de Coimbra. É também colaborador do Grupo de Pesquisa: Metodologia concepção social no ensino coletivo instrumental- UFAL Em 2010 criou o Quarteto Flarinete. Participação do Maestro Rubens Luis e do Presidente da Revoltosa Josenildo Dias.
Nivaldo -vice regente - RevoltosaProjeto Mapeamento I – Sociedade Musical 5 de Novembro, Banda Revoltosa, Nazaré da Mata (ensaio, enquanto exercício de prática musical em conjunto). Inicialmente o ensaio foi conduzido pelo vice regente Nivaldo, jovem condutor que iniciou na Revoltosa em 2004. Também registramos a regência do Maestro Rubens Luis.  Em janeiro de 2015 a Banda completa seu primeiro século de existência, apesar desse aspecto a Revoltosa atualmente é formada por jovens. O bom trabalho realizado pela diretoria, equipe de professores e regentes vem contribuindo significativamente para o desenvolvimento técnico, e humanista, na formação dessa nova geração.
RevoltosaProjeto Mapeamento I – Sociedade Musical 5 de Novembro – Banda Revoltosa – Nazaré da Mata. Participação especial no Festival “Da Boca da Mata” II Edição – 2014. Foram apresentados 4 músicas, mas registramos a passagem de som, e a Revoltosa executou alguns Frevos. Rápida e certeira a Banda está numa boa fase de desenvolvimento. Criada em 1915 a Revoltosa foi assim chamada porque seus fundadores foram dissidentes de outras duas bandas de música da cidade, e pela rebeldia demonstrada foram tachados de “Revoltosos ” daí seu nome mais conhecido como Revoltosa. Em 2013 a Revoltosa, por meio do IX Concurso de Registro da Fundarpe, recebeu o título de Patrimônio Vivo de Pernambuco.
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Sociedade Musical 1º de Novembro (Banda Pé de Cará, Timbaúba/PE)
Projeto Mapeamento I– Gostaríamos de apresentar a Banda Pé de Cará num formato diferente do material que costumamos postar. Num processo de formação continua a 1º de Novembro mostra-se como organização nascida de um músico e mantida pelo respeito oriundo dos bons resultados que o povo acompanha. Por ela centenas de instrumentistas aprenderam e desenvolveram a ciência e arte da música. A Banda Pé de Cará é um belo exemplo, entre outros, da “Importância da Banda de Música no contexto Social, Educacional e Artístico” como havia concluído o sociólogo Renan Pimenta em sua pesquisa, e obra, sobre as Bandas de Pernambuco.
sede Pé de Cará - Timbaúba-PE 2014Projeto Mapeamento I – visita a sede da Banda Pé de Cará, Nov 2014, Timbaúba/PE nosso anfitrião foi o trombonista Flávio Ricardo, que nos mostrou as dependências da sede: salão principal, área de estudo, cantina, sala para guarda dos instrumentos, sala da diretoria, sala da escola de música, e a nova área onde está sendo construída mais três salas para ensino. Em 01/11/ 2014 a Banda Pé de Cará completou 92 anos. Os bons resultados alcançados por esta instituição revelam um sistema específico de ensino e estudo da ciência musical, organização interna entre participantes e formação constante de novos músicos. Há na verdade um certo animo das pessoas que apoiam a Pé de Cará em ver a Banda passar tocando muito bem, isso a população tem.
Sr. Jeová 3Projeto Mapeamento I – Sr. Jeová Barboza (pesquisador, ex-presidente, diretor da Pé de Cará).  A colaboração dos sócios da Banda é fundamental, destacamos o Sr. Jeová como sócio, há 35 anos, ativo e participante nas muitas ações de manutenção e continuidade no trabalho realizado pela Pé de Cará. Aspectos abordados: de sócio desde 1969 – a presidente em 1982, “o presidente dos instrumentos”,  a cultura musical – e a memória da Banda, a importância da Banda de Música, ações desenvolvidas, prêmios recebidos pela Pé da Cará, pensamento para condução da vida. A ação voluntária dos sócios possibilita a Sociedade Musical melhorar os serviços oferecidos. O sr. Jeová desenvolve um serviço voluntário de utilidade pública.
Maestro Jean - Pé de Cará - 2014Projeto Mapeamento I – Maestro Jean José, integrante da Banda 1º de Novembro (Pé de Cará) desde 1985 onde iniciou seus estudos, por volta de 1990 passou a reger a Banda, tudo que aprendeu em grande parte foi devido a sua persistência e autodidatismo no desenvolvimento da técnica de regência, e atualmente faz Licenciatura em Música, tópicos abordados: descobrindo a Música, aperfeiçoamento técnico e prático, Banda Pé de Cará, Orquestra 1º de Novembro, Pé de Cará Frevo Orquestra, regência e autodidatismo, concepção e método de ensino, o futuro das Bandas de Música. A serenidade do Maestro Jean é algo de original em sua personalidade. Isso colabora bastante na performance dos músicos, pois gera confiança em todos.
bandeira pe de caraProjeto Mapeamento I – apresentação da Banda Pé de Cará, na sede, comemorando 92 anos de existência. A Sociedade de Cultura e Musical 1º de Novembro, ou Pé de Cará, foi fundada em 01/11/1922 sob a condução do Mestre Amaro Jorge, professor e regente. Atualmente o Maestro e professor Jean José, juntamente com a diretoria, faz um belo trabalho de formação de músicos. Com som vibrante, denso e certeiro a Banda se mostrou madura na execução de peças de diferentes estilos. Mas foi no frevo que a Banda mais chamou a atenção. O desenvolvimento técnico dos músicos, e principalmente o interpretativo,  se mostrou claramente. .
Benoni 5Projeto Mapeamento I – Participação especial Banda 12 de Maio, de Macaparana/PE, no aniversário de 92 da Banda Pé de Cará (de Timbaúba/PE). O Maestro Benoni, é saxofonista e filho de músico, reside em Timbaúba e toca na Pé de Cará. Recebeu o convite para desenvolver as funções de professor de música e regente da Sociedade Musical 12 de Maio em 2014. Desde então passou a dar um novo impulso aos músicos e diretoria. Benoni Filho fez dupla homenagem: ao seu pai “Benoni Cirino e a Pé de Cará, onde aprendeu e ainda toca. Registramos também homenagem da Pé de Cará ao Sr. Cunha (82 anos) é o músico mais velho da instituição.
Pé de Cará Frevo Orquestra, Timbaú-PEProjeto Mapeamento I – Pé de Cará Frevo Orquestra. Assista a execução de quatro frevos. A interpretação e destreza técnica dos músicos chamou nossa atenção. A Orquestra é formada por músicos da Banda 1º de Novembro, de Timbaúba/PE, que em sua Escola de Música, desde a fundação da Banda, mantém Orquestras de Frevo para palco/cortejo. A Pé de Cará Frevo Orquestra tem nisso seu fundamento musical/estético. A Orquestra conta com três arranjadores: Fábio Paz que também faz a condução do grupo, Jorge Luiz e o Jean José (este ultimo saxofonista, professor e maestro da Banda 1º de Novembro).
Sr Cunha 3Projeto Mapeamento I – Sr. Cunha” ou José Firmino da Silva. Trompetista iniciou na Pé de Cará aos 11 anos, hoje aos 82 anos a instituição continua sendo sua referência. Em 01/11/ 2014 a Banda Pé de Cará completou 92 anos. Os bons resultados alcançados por esta instituição revelam um sistema específico de ensino e estudo da ciência musical, organização interna entre participantes e formação constante de novos músicos. Esse registro tem como meta mostrar o amor do músico “pela Banda e pelo trompete (pistom)”. Ao mesmo tempo evidencia a importância destas instituições na formação pessoal, profissional e cultural.
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Maestro Marcos F.M. (professor do CPM/Recife e do CEMO/Olinda) – oriundo da Pé de Cará
Marcos FM 1Projeto Mapeamento I – Maestro Marcos F.M reflexão: a Ciência da Música na Arte do Frevo: Maestro Marcos F.M (compositor, arranjador, professor, instrumentista); “concepção do músico sobre si”; o movimento constante que aproxima Música e vida; * a Ciência da Música na Arte do Frevo; * “Quebramar” – composição que traduz ideia para Orquestra executando Frevo com vários sotaques; * “o piano” – um aliado para composição; * formação acadêmica (UFPE e Uninter/IBPEX); * reflexões sobre: ensino, frevo e aprendizagem; * o Frevo – a busca por nova linguagem; * Estética do Frevo – disciplina de estudo no CPM; * em 2014 o Maestro Marcos F.M. criou a Orquestra Quebramar, um moderno ambiente musical para o Frevo.
Marcos FM2Projeto Mapeamento I – Maestro Marcos F.M autobiografia parte 1: Maestro Marcos F.M. regente da Banda Sinfônica do Conservatório Pernambucano de Música; o movimento constante que aproxima Música e vida; – a evolução de um músico; – requinta Marcos FM; – Pé de Cará, contramestre (Timbaúba); – Orquestra Quebramar (composição e contra baixo); – Banda Sinfônica do CPM (regência); – “música e vida” um enlace determinante e construtivo; – arranjador, compositor, instrumentista, professor, regente; – o caminho percorrido: da Banda Filarmônica a Banda Sinfônica; – reflexão autobiográfica sobre a construção da vida musical; – “o caminho percorrido” da Banda Filarmônica a Banda Sinfônica; – 1989 a percepção da Música;
Marcos FM3Projeto Mapeamento I – Maestro Marcos F.M autobiografia parte 2: aspectos abordados: “de 1990 a 1995” da Banda Pé da Cará para o Conservatório; -Tony Fuscão in memoriam; -2001 – de aluno a professor; – Marcos Araújo in memoriam; – Marcos F.M. foi contramestre da Pé de Cará e o Maestro Jean José um importante aliado nessa fase de seu desenvolvimento; – 15 anos após o inicio dos estudos na Banda em Timbaúba, dando aulas no CPM em Recife, F.M. continuava ligado a Pé de Cará; – 2006 – o vestibular, mudando para Recife; – O Dobrado 1922, sua composição é executado pela Pé de Cará; – Sr. Jeová Barbosa sócio atuante da Pé de Cará, há 32 anos; – estrutura da Banda Sinfônica do CPM; – o papel das Bandas de Música na formação
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Banda Sinfônica do Conservatório Pernambucano de Música
DSCN3700Projeto Mapeamento I – Maestro Marcos F.M e Banda Sinfônica do CPM – parte 1 –  Esse registro tem três funções: a primeira função é apresentar as Bandas Filarmônicas uma Banda Sinfônica. O repertório foi construído de modo a homenagear compositores de diferentes estilos; a segunda função diz respeito a “regência”. O registro dos clipes é focado no gestual do Maestro Marcos F.M.
DSCN3601Projeto Mapeamento I – Maestro Marcos F.M e Banda Sinfônica do CPM – parte 2 As cenas foram gravadas junto a Banda Sinfônica, de maneira tal que você terá a visão da regência sob o ponto de vista dos músicos. a terceira função é comprobatória, torna evidente o papel de formação de músicos que as Filarmônicas desenvolvem em centenas de municípios pernambucanos. O instrumentista, compositor, arranjador e jovem regente da Banda Sinfônica do CMP é oriundo da Banda Pé de Cará (Timbaúba/PE). Atualmente é professor do CPM e do CEMO.  A Banda Sinfônica do Conservatório Pernambucano de Música participou da Semana da Música 2012;
DSCN3603Projeto Mapeamento I –  Maestro Marcos F.M e Banda Sinfônica do CPM – parte 3  –A Banda Sinfônica do Conservatório Pernambucano de Música participou dos eventos: II Concurso de Composição Moacir Santos (participação especial de Spok e Cacá Malaquias); Concertos Didáticos para as crianças da Iniciação Musical do CPM; Concertos de Outono, Projeto “Bandas de PE” em Limoeiro-PE; Projeto “CPM nas Escolas” (Escola Gov. Barbosa Lima e Clóvis Beviláqua); Semana da Música 2013 (participação especial de Beto Hortis); Avaliações práticas dos alunos do Curso Técnico em Regência do CPM; 121 Anos de Emancipação Política de Limoeiro-PE e “Rural do Roger”; Festival Moacir Santos 2014, realizado no Teatro Santa Isabel.
MINI-PROJETO PARA CRIAÇÃO DE UMA BANDA FILARMÔNICA Marcos F.M.
Capa mini-projeto-Marcos FM
Esse projeto visa fornecer alguns caminhos para constituição de uma banda filarmônica.  Teremos como Norte os documentos disponíveis no site da FUNARTE (Fundação Nacional de Artes). Na primeira parte conheceremos um pouco da história das bandas de música. Na segunda parte ofereceremos algumas orientações sobre como constituir uma banda filarmônica. Assuntos tais como estrutura física, materiais, ensaios entre outros será abordado na terceira parte. Na quarta parte serão apresentados dois modelos de banda filarmônica (denominado como ‘efetivo’) serão apresentados contendo os tipos de instrumentos que fazem parte das bandas de música bem como a quantidade para que haja equilíbrio sonoro. Sobre o autor: Estudou regência com os professores Moisés da Paixão (Aeronáutica), Luiz Ricardo (PMPE) e Ademir Araújo (BSCR).  É licenciado em Música pela UFPE e Pós-graduado em Metodologia do Ensino da Música pela Uninter/IBPEX. Trabalhou como professor no Curso de Formação de Oficiais da PMPE, entre outros. Atualmente é professor e maestro da Banda Sinfônica do Conservatório Pernambucano de Música (CPM) e também leciona no Centro de Educação Musical de Olinda (CEMO).
Arranjos para Filarmônicas –  Marcos F.M.
Sua dedicação é admirável. Originário da Pé de Cará, Timbaúba/PE iniciou seus estudos em 1990. Em 25 anos desenvolveu amplo leque de funções. Multi-instrumentista, compõe e arranja para vários tipos de formação instrumental, ensina e rege.
* – A paz
* – A volta
* – Andre de sapato novo
* – Because of you
* – Cavalo velho
* – Esporte espetacular
* – Eu sei que vou te amar
* – I am getting sentimental over you
* – Imagine
* – India
* – Linda
* – Night and day
* – Vida de viajante
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Maestro Minuto e sua Luthieria, Nazaré da Mata/PE
Maestro Minuto regencia 2Projeto Mapeamento I formando João Paulo (Minuto) – Técnico em Regência – Recital de Conclusão. Começou seus estudos aos 10 na Capa Bode. Teve como 1º professor, o Sr. José Jandir Penaforte de Oliveira (Mestre Dinho), na época era também maestro daquela banda. No início dos seus estudos musicais, passou por vários instrumentos: Sax-tenor, trompete, trompa “cachorrinha”, assim chamada, e tuba. Contudo, a sua identidade musical estava mesmo no clarinete, em pouco tempo passou para o quadro de músicos da Capa Bode. Sua vida como regente, começou aos 16 anos quando foi convidado para ser o maestro da Banda 1º de Novembro do povoado “Angélicas”, Vicência/PE, e mesmo sem experiência aceitou.
Minuto luthierProjeto Mapeamento I  –  Maestro Minuto e sua “Luthieria” – parte 1. Regente, professor, arranjador e instrumentista. Iniciou aos 10 anos seus estudos na Capa Bode (Euterpina de Nazaré da Mata/PE). Atualmente é regente, luthier, e professor. Nesse registro os temas abordados giraram em torno de sua autobiografia, focando a relação entre a vida e o fazer cotidiano por meio da Música: * – sua formação na Banda de Música, foi o inicio de tudo e ao mesmo tempo, seu presente crescente. * – 126 anos da Capa Bode. * – seu despertar para Música. * – a busca por aperfeiçoamento. * – estudo da regência. * – cursos de Luthieria
Minuto saxofonistaProjeto Mapeamento I  –  Maestro Minuto e sua Luthieria – parte 2. Atualmente é regente da Banda Capa Bode (Nazaré da Mata) e na Banda Municipal de Buenos Aires ambas na Zona da Mata Norte de PE. Nesse registro ele sintetiza sua busca por desenvolvimento técnico-musical, e seu desenvolvimento na “luthieria”. Uma arte de encontrar soluções na manutenção de instrumentos. Ele atende músicos da região. Um bom exemplo da atividade construtiva exercida pela Música na vida. Temas abordados: * – Luthier “é um criador de ferramentas”, “um criador de soluções”. * – Luthieria, bancada e ferramentas de trabalho. * – ferramentas adaptadas e criadas.
Minuto clarinetistaProjeto Mapeamento I – Maestro Minuto e sua Luthieria – parte 3. Persistência e aperfeiçoamento constante. Ideal comprovado em 2014 quando o Maestro Minuto concluiu o curso técnico de Regência pelo CPM. No presente registro foram abordados os seguinte temas: * – manutenção do trombone de vara. * – criatividade e eficiência técnica. * – produtos e acessórios para acabamento. * – apresentação do Clarinete, como instrumento de estudo do Maestro Minuto. * – instrumentos velhos usados para reposição. O modo singular como foi desenvolvendo a luthieria demonstra a utilização da criatividade como principal elemento de trabalho.
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Sociedade Musical Euterpina Juvenil Nazarena, Capa Bode, Nazaré da Mata/PE
sede capa bode-nazare-peProjeto Mapeamento I –CONHECENDO A SEDE, parte 1. aspectos abordados: reunindo os músicos para o ensaio, uso da tecnologia para afinação, o saxofone para o Maestro Minuto, como a ponte entre estudo, ensino e regência. Maestro Minuto, faz parte da Capa Bode desde a infância, Atualmente o Maestro, professor e luthier João Paulo Ferreira da Hora (ou Maestro Minuto). A banda constitui uma das principais escolas de música instrumental do interior de Pernambuco, profissionalizando instrumentistas, que passam a compor diversas bandas militares e musicais do Estado, além de já ter sido reveladora de músicos como Carlos Gomes, Eleazar de Carvalho. Em 2010 recebeu o título de Patrimônio Vivo do Estado de Pernambuco
capa bode 7Projeto Mapeamento I – ENSAIO, CONHECENDO A SEDE, parte 2. Atualmente seu regente é o Maestro, professor e luthier João Paulo Ferreira da Hora (mais conhecido como Maestro Minuto). A banda constitui uma das principais escolas de música instrumental do interior de Pernambuco, profissionalizando instrumentistas de sopro que passam a compor diversas bandas militares e musicais do Estado, além de já ter sido reveladora de músicos como Carlos Gomes, Eleazar de Carvalho. Vencedora de diversos prêmios, em 2010 recebeu o título de Patrimônio Vivo do Estado de Pernambuco
praça e Capa BodeProjeto Mapeamento I – ENSAIO, CONHECENDO A SEDE, parte 3. Atualmente seu regente é o Maestro, professor e luthier João Paulo Ferreira da Hora (mais conhecido como Maestro Minuto). A banda constitui uma das principais escolas de música instrumental do interior de Pernambuco, profissionalizando instrumentistas de sopro que passam a compor diversas bandas militares e musicais do Estado, além de já ter sido reveladora de músicos como Carlos Gomes e Eleazar de Carvalho. Vencedora de diversos prêmios, recebeu o título de Patrimônio Vivo do Estado de Pernambuco em 2010.
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Banda Musical Comercial 5 de Junho – Itaquitinga/PE 
ensaio 5-de-junhoProjeto Mapeamento I – ENSAIO“Banda Musical e Comercial 05 de Junho”, do município de Itaquitinga, Zona da Mata Norte de Pernambuco. Ensaio realizado na sede da Banda. Regência do maestro Álvaro Pinho preparação para as comemorações dos 36 anos de existência da instituição. Encontramos uma Filarmônica buscando sua sustentabilidade e geração de bons furtos. O entusiasmo uma marca presente entre os músicos. Outro dado importante é o modo como a diretoria vem conseguindo vencer os problemas. Seu fundador, Maestro Severino Jose de Albuquerque (Mestre Frajola), continua sendo uma importante referência para todos.
maestro-alvaroProjeto Mapeamento I – Maestro Álvaro Pinho, jovem mestre de banda, professor, clarinetista, conduz os componentes e aprendizes da Banda 5 de Junho a desvendar a arte/ciência da Música.  Nesse registro o maestro fala sobre os seguintes temas: sua formação, da paixão a ciência da Música, * didática e desenvolvimento, * arranjos e timbres, o mestre de banda e o século XXI, educação musical para criação de ouvintes: o futuro, a cultura e o dobrado, o ideal de conduta. O músico também falou das dificuldades para a profissionalização. Observamos que sua conduta frente a Filarmônica produz confiança e orgulho em seus participantes.
elvis. 5 de junhopngProjeto Mapeamento I – Elvis Vidal, presidente da Banda, entrevista na sede. O presidente da Filarmônica se mostrou bastante receptivo a ideia do Catálogo Bandas de Pernambuco. Foram abordados os seguintes temas: * a música e a Banda, * educação e cidadania. * Banda 5 de Junho, 36 anos em atividade dificuldades e vitorias. * os mestre de banda. * reposição de instrumentos. * planos e metas para a Banda 5 de Junho. * a importância da Banda para o município. Além de músico Elvis também é professor da rede pública, o que facilita sua comunicação com os músicos mais novos e os que estão ingressando.
DSCN1751Projeto Mapeamento I – * Alessandro Ribeiro (vice-presidente), * Wellyngthon Chruz (diretor). Entrevista com a nova Diretoria (agosto de 2013) dificuldades, planos e metas foco na qualidade: partindo do exemplo do maestro Álvaro Pinho dificuldades, planos e metas foco na qualidade: fardamento sede própria maestro Frajola (in memoriam). Alessandro e Wellyngthon foram músicos oriundos do mestre Frajola. A Filarmônica em suas vidas representam um importante marco de referência. A preocupação, dos dois, em manter a instituição e colaboras com ações construtivas torna-se algo exemplar.
5-de-junho-itaquitinga-3Projeto Mapeamento I –  parte I – “Banda Musical e Comercial 05 de Junho”, apresentação no centro do município de Itaquitinga, Zona da Mata Norte de Pernambuco. Comemoração dos 36 anos – Regência do maestro Álvaro Pinho – Comemoração dos 36 anos de existência da instituição, participação da Banda Saboeira (Goiana/PE). Sempre presente nas festividades religiosas nas cidades vizinhas da Zona da Mata Norte e Agreste Setentrional, como: Timbaúba, Goiana, Paudalho, Condado, Aliança, Carpina, Feira Nova, Glória de Goitá e outras, para tocar retretas e acompanhar procissões.
5-de-junho-itaquitinga-20Projeto Mapeamento I – parte 2 –“Banda Musical e Comercial 05 de Junho”, apresentação no centro do município de Itaquitinga, Zona da Mata Norte de Pernambuco. Comemoração dos 36 anos – Regência do maestro Álvaro Pinho – Comemoração dos 36 anos de existência da instituição, participação da Banda Saboeira (Goiana/PE). A Banda 05 de Junho, hoje é composta por 35 músicos e musicistas, e preserva o espírito do seu criador continuando o trabalho pedagógico com as crianças e adolescentes do município, mostrando-lhes o caminho da música e da vida. Participou de vários encontros de bandas musicais, entre eles em Nazaré da Mata.
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Sociedade Musical e Sócio-Cultural Carrapateiras
DSCN2968Projeto Mapeamento I –Banda Sociedade Musical e Sócio-Cultural Carrapateiras. A pequena Banda de Ferreiros/PE, fundada em 1990 já forjou novos cidadãos. É uma sociedade autônoma, que como tantas outras não tem apoio. No entanto observamos que o trabalho realizado  pelo professor, regente e presidente é o principal fator que impulsiona os músicos a manter viva a pequena Banda e também a Orquestra de Frevo. Quando visitamos a Banda o “Mestre Christovão de Paiva” estava se recuperando de uma cirurgia, em nome dele, e da Sociedade, os músicos David Paiva e Altair Pacheco tomaram a iniciativa de participar de entrevista . Desenvolvemos alguns tópicos: * o despertar para música, * a Sociedade Musical Carrapateira, * qual a importância da Banda de música para uma cidade do interior, * como  melhorar a Banda? o que falta? * o valor intrínseco a Música. o detalhe que nos chamou a atenção foi o modo conclusivo como esse músicos reconhecem o valor da Música e do Mestre de Banda Christovão Felix de Paiva.
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Sociedade Musical Pedra Preta, Itambé/PE
frente sedeProjeto Mapeamento I – Sociedade Musical Pedra Preta – SMPP ENTREVISTA – Fundada em 20 de Setembro de 1870. Encontramos com Edílson Chaves (trombonista). Este registro foi realizado com o Sergio Chaves (presidente da instituição, e músico da Banda da PMPB) com participação do trompetista Branco Agnelo (músico da SMPP e da Banda Municipal de João Pessoa). Abordamos vários aspectos ligados a realidade da SMPP e das Bandas de Música. As dificuldades pelas quais a instituição passa também foi cogitada. Mas os bons resultados alcançados, entre os atuais músicos da instituição, revela também uma base sólida a eles doada.
Pedra Preta, ItambéProjeto Mapeamento I –Sociedade Musical Pedra Preta – SMPPENSAIO – Registro de ensaio da SMPP, agosto de 2014, a Banda estava incompleta, e sem regente, mesmo assim foi de uma competência musical sem igual. Registramos boa qualidade musical e de modo simples, a SMPP ainda guarda muitos elementos que qualificam o conceito “Filarmônica” o que poderemos tocar como importante objeto de estudo para compreensão da Banda como excelência da Mata Norte, ouçam e vejam com calma, mais uma vez parabéns a SMPP, mesmo sem maestro, e enfrentado muitas dificuldade conseguiu um bom nível musical.
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Sociedade Musical 12 de Maio – Macaparana/PE
BenoniProjeto Mapeamento I – Maestro Benoni entrevista, na sede provisória da Sociedade Musical 12 de Maio (Macaparana/PE). Saxofonista, professor de música e regente. Filho de músico, reside na cidade de Timbaúba e toca na Pé de Cará. Recebeu o convite para desenvolver as funções de professor de música e regente da Sociedade Musical 12 de Maio em junho de 2014. Desde então passou a dar um novo impulso aos músicos e diretoria. O instrumentista, professor e agora Maestro Benoni tem na Música um referencial de inserção cultural e social. Com a Música ele busca uma relação mais construtiva na vida, e tenta repassar isso em seu trabalho.
iranicio MacaparanaProjeto Mapeamento I – Iranício Cabral (presidente da instituição) saxofonista e integrante desde a fundação, tem a difícil tarefa de conduzir a diretoria em meios a tantos problemas, um grande desafio em manter essa jovem Banda em funcionamento. Citou alguns problemas: * a Banda não tem sede própria, o que limita as atividades. * não tem apoio público regular,  * e não tem sócios. Atualmente com a colaboração do Cine Mascarenhas a Banda dispõem de uma sala para guardar seus instrumentos e do auditório para aulas e ensaios. Ciente da importância da Filarmônica como espaço de formação cidadã, o presidente é um defensor desta cultural.
Benoni e bandaProjeto Mapeamento I“a marcha e o dobrado” a Banda na rua (Macaparana/PE). Um momento especial para esses músicos. O registro foi realizado com pouca luz. Para filmar tivemos que improvisar e correr. A importância do registro é mostrar a Banda na Rua. O que tentamos registrar foi a satisfação dos músicos em tocar movimentando-se pelas ruas de Macaparana. Uma das principais características das Bandas (Filarmônicas) é ser um “conjunto de músicos tocando em movimento”.
Banoni e a Banda 2Projeto Mapeamento I – Sociedade Musical 12 de Maio – Coreto 1. Apos período com atividades suspensas a Sociedade Musical 12 de Maio tocou no novo Coreto de Macaparana. Esse pequeno grupamento de músicos, e seu amor pela música, chama a atenção. Enfrentam muitas dificuldades. Espero que o registro venha a colaborar para divulgar essa importante inciativa que demonstra organização dos músicos como parte do povo de Macaparana/PE.
Benoni e a Banda 3Projeto Mapeamento I – Sociedade Musical 12 de Maio – Coreto 2. O evento foi coroado com exito.  O esforço da diretoria e do presidente, juntamente com o trabalho desenvolvido pelo Maestro Apos período com atividades suspensas a Sociedade Musical 12 de Maio tocou no novo Coreto de Macaparana. Esse pequeno grupamento de músicos, e seu amor pela música, chama a atenção. Enfrentam muitas dificuldades. Espero que o registro venha a colaborar para divulgar essa importante inciativa que demonstra organização dos músicos como parte do povo de Macaparana/PE.
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Banda Musical Saboeira, Goiana/PE
sedeProjeto Mapeamento I – Banda Musical SaboeiraENSAIO – A primeira notícia que se tem da existência dessa centenária Banda está na sua participação aos funerais do capitão Manuel Vieira da Cunha, em 27 de novembro de 1849, conforme recibo em cartório.  Dentre centenas de músicos que passaram pela Saboeira podemos destacar o Capitão Zuzinha (um dos criadores do frevo), os maestros Duda, Guedes Peixoto, Silvio Américo, Beethoven Cunha , Auciran Roque. Atualmente a Banda tem na regência o maestro Antônio Paulo, também oriundo da Saboeira. 
DiretoriaProjeto Mapeamento I – Entrevista – Clipe 1. Apresentação: * Antônio Paulo (maestro); * Anselmo Souza (diretor musical); * Hevelyne Figueirêdo pesquisadora;  e musicista; Temas abordados: * Memória secular da Saboeira; * Silvio Américo, maestro e professor (in memoriam); * Saboeira (celeiro de talentos); Banda Saboeira, Fundada em 27 de novembro de 1849. A primeira notícia que se tem da existência dessa centenária Banda está na sua participação aos funerais do capitão Manuel Vieira da Cunha, em 27 de novembro de 1849. Sendo este do Partido Liberal, conclua-se que a Saboeira naquela época já fazia parte daquele partido político ao lado do desembargador Nunes Machado — expressão máxima do movimento praieiro de 1848.
Diretoria iProjeto Mapeamento I – Entrevista – Clipe 2. Diretoria (idéias e ações) Antônio Paulo (maestro); Anselmo Souza  (diretor musical); Hevelyne Figueirêdo (pesquisadora e musicista). Temas abordados: * Prêmios e fatores (trato com a Memória da Saboeira); * técnicas de ensino; * instrumentos, manutenção e periféricos; * o registro da Banda Jovem; * planos para o futuro. A “Saboeira” tem sede própria, graças aos esforços de goianenses ligados à sesquicentenária Banda, entre eles: Dr. Benigno Pessoa de Araújo, seu presidente por vários anos, José Pinto de Abreu, Arnaudo Batista Nogueira, Joaquim Rodrigues do Nascimento e outros.
Saboeira 2Projeto Mapeamento I – Banda Saboeira – parte 1 – apresentação Itaquitinga 2014. Nas comemorações dos 36 anos da Banda Musical Comercial 5 de Junho.  Algumas curiosidades: um dos acontecimentos marcantes da história da banda foi sua apresentação na visita do Imperador Pedro II à Goiana, em 1859. A Saboeira é a segunda banda de música mais antiga de Pernambuco e esteve sempre ligada à sorte do Partido Liberal. Com a queda do prestígio dos velhos partidos imperiais e o advento da propaganda republicana, a banda deixou de ser importante para o Partido, sendo praticamente abandonada. Em 1886, Francisco Tavares de Melo assumiu a direção da Saboeira, passando a mantê-la com seus próprios recursos e a ajuda de filiados do Partido Liberal.
Saboeira 1Projeto Mapeamento I – Banda Saboeira – parte 2 – apresentação Itaquitinga 2014. Apresentação da Banda Saboeira, regência do maestro Antônio Paulo, nas comemoração dos 36 anos da Banda 5 de Junho (Itaquitinga-2014). Um belo momento de confraternização entre uma Banda sesquicentenária e uma Banda trigenária.  No final do evento o maestro Antônio Paulo convida o maestro Edson (de Condado) para reger o parabens em homenagem aos 36 anos da 5 de Junho. Mais curiosidades: Em 1954 a Banda Saboeira foi convidada para participar do concurso salve a retreta, promovido pela Argus Industrial de São Paulo e Emissoras Associadas, Rádio Clube de Pernambuco e Rádio Tamandaré, conquistando na ocasião o primeiro lugar.
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Banda Musical Tropicana, Goiana/PE
tropicana-3Projeto Mapeamento I – Banda e Orquestra Tropicana em Goiana/PE. Fomos recebidos por Renata da Vincola, viúva do maestro Silvio Américo falou sobre seu trabalho frente as Bandas de Goiana. Em 1997 fundou a Tropicana. O trabalho dele foi de fundamental para muitos aprendizes e profissionais. Renata da Vincola gentilmente nos falou sobre a memória do maestro Silvio. Ele criou um blog sobre Bandas de Música de Goiana, nele disponibilizou arranjos, partituras, muitas fotos. Uma pesquisa que desenvolvia sobre as Bandas da região, alguns dos seus textos serão apresentados em links, nas páginas das Bandas Curica e Saboeira. Assim o maestro Silvio será citado muitas vezes, por sua importância nas histórias da Bandas de Goiana.
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Grêmio Musical Henrique, Olinda/PE
sede-henrique-diasProjeto Mapeamento I – Clipe 1 Entrevistamos o Maestro, saxofonista e professor Ivan Espírito Santo com participação do prof. Duda // O Grêmio Musical Henrique Dias completar 60 anos em 2014 // iniciação musical aprendizagem gratuita. Henrique Dias – patrono – foi um Negro liberto, foi mestre-de-campo participou da guerra contra a invasão holandesa no século 17 considerado um dos fundadores da Forças Armadas, por sua atuação nas duas batalhas dos Guararapes. o nome do Grêmio foi sugerido pelo ex-prefeito Alfredo Lopes, em 1954.  Oriundo do Grêmio o maestro Ivan do Espírito Santo analisou vários aspectos em nosso ambiente musical numa conversa  nos fez percorrer décadas de evolução cultural-musical
sede-henrique-diasProjeto Mapeamento I – Clipe 2 Entrevistamos o Maestro, saxofonista e professor Ivan Espírito Santo com participação do prof. Duda. Pernambuco é o pensamento (compositores e instrumentistas): Severino Araujo, Moacir Santos, Capitão Zuzinha , Vandivel Amaral, Levino Ferreira, entre outros… // Levino Ferreira, o príncipe do Frevo // Lourival Oliveira e sua obra prima: LP Os Cabras de Lampião no Cangaço // Selo da Fábrica de Discos Rozenblit/PE (de 1954 a 1976) foi o grande incentivador da boa música pernambucana, junto com as rádios e a Tv local ajudaram a formar um mercado local de produtos com nosso sotaque e nossa etnia. Memória da Henrique Dias // Sr. Benicio // Grêmio completou 60 anos em 2014.
foto-ivanProjeto Mapeamento I – Ivan do Espírito SantoNatural de OLINDA-PE, atualmente é o Maestro Grêmio Musical Henrique Dias, onde ministra os Cursos de Teoria Musical, Solfejo, Saxofone, Flauta-doce, e Flauta transversal; atuou como solista na Orquestra Sinfônica Jovem e na Orquestra do Conservatório Pernambucano de Música; Arranjador, saxofonista e flautista da Orquestra Contemporânea de Olinda, que foi indicada ao Prêmio TIM FESTIVAL 2009 e ao LATIN GRAMMY 2009. Na Força Aérea Brasileira, é saxofonista e arranjador da Banda de Música da Base Aérea do Recife. Trabalhou na gravação de discos de vários artistas entre eles: Banda LA PAZ, Claudionor Germano (Homenagem a CAPIBA e Marchas Rancho), Isabel Gouveia (Fidelidade), Davi Wanderley (Livre de verdade), Maestro Nunes (Homenagem ao criador), Patrícia Solis (Camucais), Grêmio Musical Henrique Dias (O tema é FREVO), Banda de música da Base Aérea do Recife, Cauby Peixoto (20 Super Sucessos), Alceu Valença (Asas da América), Nação Zumbi (Nascedouro), Orquestra Popular do Recife (E o frevo continua…) etc.
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Projeto aprovado no Funcultura 2013 com realização em 2014/2015. A grande extensão territorial de nosso Estado dificulta a comunicação entre as bandas de Música. Este projeto visa possibilitar que a internet, por meio da convergência digital,  possa servir de hiperlink entre elas. Mapearemos instituições tradicionais que lidam com nossa cultura secular musical e realizam iniciação oral até a profissionalização técnica de modo gratuito e continuo. Estabelecemos duas rotas de acessos as sedes. Uma por Paudalho e outra por Paulista. Apresentamos as Bandas em funcionamento e as que estão desativadas. Cadastro, catalogação e inserção de Bandas de Música Filarmônicas, Associações, Grêmios, seus regentes, instrumentistas, compositores, arranjadores, registro de aulas, apresentações, ensaios nas sedes e aberto ao público visando a veiculação dessa atividade como inclusão digital de universo musical específico por meio de convergência digital. Criação de rede virtual entre Bandas de Música para comunicação de suas atividades em comum, problemas e soluções.
Objeto do Mapeamento I:
Zona da Mata Norte; Região Metropolitana Norte;
Mapeamento de 31 Bandas de Música;
em 21 municípios pernambucanos.

MATA NORTE
(relação de municípios e Bandas – catalogação)

Bandas em funcionamento

1. Aliança – (4) – 86,4 km – cerca de 1 hora 20 min
Sociedade Musical 15 de Agosto – (1899)
Sociedade  Musical Revoltosa 29 de Julho – (2011)
Sociedade  Musical 24 de Fevereiro – Macujê – (1908)
Associação Musical 15 de Novembro – Upatininga – (1888)
2. Camutanga – (1) – 109 km – cerca de 1 hora 37 minutos
Sociedade Cultural Beneficiente Monsenhor Uchoa – (1924)
3. Chã de Alegria – (1) – 58,8 km – cerca de 1 hora 3 min
Banda Musical 1 de Março – (1989)
4. Condado  – (1) – 74 km cerca de 1 hora 6 min.
Filarmônica 28 de Junho –  (1905)
5. Ferreiros  – (1) – 112 km cerca de 1 hora 38 min
Sociedade Musical Carrapateiras –  (1990)
6. Goiana – (3) – 62,9 km cerca de 55 min
Banda Musical Curica – (1848)
Banda Musical Saboeira – (1849)
Banda Musical Tropicana – (1997)
7. Itambé  – (1) – 89,6 km 1 hora 22 min
Sociedade Musical Pedra Preta (SMPP) – (1870)
8. Itaquitinga – (1) – 88,8 km cerca de 1 hora 22 min
Banda Musical Comercial 5 de Junho – (1978)
9. Macaparana – (1) – 120 km cerca de 1 hora 49 min
Sociedade Musical 12 de Maio – (1997)
10. Nazaré da Mata – (2) – 70,1 km cerca de 1 hora 8 min
Sociedade Musical Euterpina Juvenil Nazarena (Capa Bode) – (1888)
Sociedade Musical 5 de Novembro (Revoltosa) – (1915)
11. Paudalho – (2) – 46,2 km cerca de 45 min
Sociedade de Cult. Artística 22 de Novembro – (1852)
12. Timbaúba – (2) – 103 km cerca de 1 hora 35 min
Sociedade de Cultura e Musical 1º. Nov – Pé de Cará – (1922)
Associação Musical Euterpina de Timbaúba – (1928)
13. Vicência – (2) – 88,9 km cerca de 1 hora 21 min
Banda Municipal 15 de Novembro – (1903)
Sociedade Musical 1º de Novembro – povoado de Angélicas – (1922)
14. Buenos Aires – (1) – 81,3 km cerca de 1 hora 15 min
Banda Municipal de Buenos Aires – (1994)

Bandas desativadas

Glória do Goitá – (1) – 63,8 km cerca de 59 min
Banda Filarmônica Djalma Paes – (desativada)
Lagoa do Itaenga – (1) – 64,5 km cerca de 1 hora 10 min
Banda Musical Sinfonia da Lagoa – (1987) – (desativada)
Paudalho – (1) – 46,2 km cerca de 45 min
Filarmônica Assum Preto – (desativada)

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Região Metropolitana do Recife – NÚCLEO NORTE
(relação de municípios e Bandas para visita e catalogação)

Bandas em funcionamento

1. Paulista – (1) – 15,7 km cerca de 22 min
Banda Municipal Aristides Borges – (1980)
2. Itapissuma – (1) – 33,5 km cerca de 39 min
Sociedade 1º de Maio – (1885)

 Bandas desativadas

Itamaracá – (1) – 46,2 km cerca de 53 min
Banda Musical Alvorada – (1970)
Abreu e Lima
 – (1) – 19,0 km cerca de 25 min
Banda Mestre Ferrolho – (1994) – (desativada)
Paulista – (1) – 15,7 km cerca de 22 min
Banda Salomão – (1984) – (desativada)
Igarassu – (1) – 27,2 km cerca de 35 min
Banda de Música Heitor Villa Lobos (é uma fanfarra)

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Catálogo Bandas de Música de Pernambuco
Mapeamento de Bandas Tradicionais Mata Norte

2014-08-15 12.30.33

duas rotas de visitação partindo do Recife

Você deve se perguntar, que danado é isso? improvisamos um mapa, uma cópia manual, pode rir, mas é o que estamos usando para visualizar duas rotas de acesso a vários municípios do lado norte do Recife. A primeira imagem diz respeito a área total da Zona da Mata Norte e RMR (Norte). A imagem, abaixo, e a esquerda, diz respeito a rota feita por Paudalho. A terceira imagem, abaixo, e a direita, diz respeito a rota feita por Paulista. Estamos Mapeando não só as Bandas, mas um modo de fazer, ensinar e tocar música. Registramos as realizações, dificuldades e superações das pessoas e instituições que moldam aprendizes, músicos profissionais, professores, arranjadores, compositores, regentes há mais de um século. A cultura das Bandas tomou forma em nosso estado por volta de 1848 com a Curica. Hoje nós perguntamos qual o rumo que essa cultura musical tomará na Mata Norte do século XXI? Também perguntamos como o Mapeamento e o Catálogo poderá auxiliar nisso? Aqui apresentamos uma panorâmica sobre as Bandas de Musicas (da Zona da Mata Norte e da Região Metropolitana do Recife).
O Mapeamento de inicio desenvolve ações para driblar alguns desafios:
* – vencer a grande área que abrange as duas rotas acima;
* – dificuldades em obter contato com as Bandas, relacionada a falta veiculação;
* – ausência de material de divulgação, e comunicação, geralmente as Bandas não dispõem ou prometem e não enviam histórico e anexos, onde é possível nós voltamos as sedes;
* – outro problema mais sério é que as instituições não disponibilizam de espaço para preservação da memória, mesmo o arquivo de partituras em muitos casos não dispõem de ambiente adequado para guarda e manutenção o que gera perdas irreparáveis.
No decorrer da pesquisa para produção do Mapeamento aconteceram eventos que alteraram a rotina de toda região:
Esbarramos com o carnaval, muitos músicos tocam no período; Construções e problemas de fluxo causados pelos preparativos e realização da Copa; O São João, que acontece no período de férias escolar; e o carnaval que mobiliza muita gente, tais fatos ocasionaram a parcial suspensão de atividades em muitas Bandas. Em grande parte as estradas de acesso ao municípios da Mata Norte, e RMR Norte, apresentam problemas de capeamento, buracos e péssima sinalização. Alguns trechos de rodovias representam perigo de vida. A segunda nota diz respeito ao inverno, em alguns locais os problemas de acesso se intensificam.
Identificando componentes, definido funções, fatos, pessoas e resultados;
tornando compreensíveis multiplos dados coletados
zona-da-mata-norte-2.jpgApos todo esse tumulto de coisas, o processamento de dados coletados lentamente indica novas possibilidades de desdobramentos em nosso projeto, e ganham formas. Muitos aspectos que não havíamos inseridos na proposta original também ganham status de elementos indicativos na direção de formular, organizar e tabular informações para compreensão  do presente e possibilidades de vislumbres para o futuro das Bandas de Música da Mata Norte no século XXI. A conclusão do “Mapeamento I” indicará possibilidades e aspecto representativos do que vem acontecendo, as diferentes situações, acontecimentos e fatos que desencadeiam na atual situação das Bandas de Musica Tradicionais da Mata Norte e RMR.
A intenção do projeto é colaborar na proposição de ações para compreensão coletiva dos rumos que podem ser tomados conscientemente.

EQUIPE de PRODUÇÃO

 pesquisa e planejamento – abh
produção executiva – Plural Projetos
 projeto gráfico e web – Alice Santos
 catalogação de dados – Braulia Vital
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Visite também:
ANEXOAnexo Mapeamento I 
O material aqui apresentado faz parte da produção de conteúdo extra, desenvolvido durante o Projeto Mapeamento I Bandas de Música Tradicionais de Pernambuco (Zona da Mata Norte e Região Metropolitana do Recife – Norte)

 

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