Anexo – Mapeamento I

ANEXO
O material aqui apresentado faz parte da produção de conteúdo extra, desenvolvido durante o ProjetoMapeamento I Bandas de Música Tradicionais de Pernambuco (Zona da Mata Norte e Região Metropolitana do Recife – Norte) com incentivo do Funcultura/Fundarpe.
Trata-se da participação de músicos relacionados ao universo das Filarmônicas. Tais colaboradores exemplificam o tipo profissional que mantém viva a consciência de valor dos importantes serviços que as Bandas de Música desenvolvem em nosso Estado. Tais profissionais também evidenciam os bons resultados alcançados com a educação musical.
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Encontro: Maestro Isaías Ferreira e Juliano Barbosa
(ex-alunos do fagotista Noel Devos)
Isaias Ferreira e Juliano Barbosa ex-alunos do Noel DevosAnexo Mapeamento I – homenagem ao professor Noel Devos; foram abordados os seguintes assuntos: ponto de equilíbrio; ; Noel Devos, base do fagote no Brasil; Devos foi professor dos pernambucanos Mario Câncio e Airton Barbosa, músicos influentes em suas realidades; Isaias Ferreira foi aluno do Mario Câncio e por ele indicado para estudar com o professor Noel Devos; o encontro entre Isaias Ferreira e Juliano Barbosa ex-alunos do fagotista Noel Devos, uma homenagem ao mestre; Airton Babosa também foi aluno do Devos; Maestro Isaías Ferreira iniciou o fagote em Recife, por meio do Maestro Mario Câncio, outro aluno do Devos; Juliano Barbosa, filho do Airton Barbosa ambos alunos do Noel Devos;
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Roda de Choro no Paço da Música AIRTON BARBOSA, Bom Jardim/PE
Projeto Musical LEVINO FERREIRA – O MESTRE VIVOAnexo Mapeamento I – “Roda de Choro” Clipe 1 – Bom Jardim/PE no Projeto Musical LEVINO FERREIRA – O MESTRE VIVO, Paço da Música AIRTON BARBOSA.
Músicos participantes da Roda de Choro: 
*- Geová Gomes – pandeiro;       *- Leonardo Barros – bandolim;
*- Claudio Barros – violão;          *- Lúcio Sócrates – cavaquinho;
*- Kellson Sousa – sax-alto;          *- Mac Sedícias, sax-soprano e tenor;
*- Moisés Santana – trombone    *- Maestro Isaias Ferreira  – sax (participação especial)
Projeto Musical LEVINO FERREIRA – O MESTRE VIVOAnexo Mapeamento I  “Roda de Choro” Clipe 2 – Bom Jardim/PE no Projeto Musical LEVINO FERREIRA – O MESTRE VIVO, Paço da Música AIRTON BARBOSA. 
Músicos participantes da Roda de Choro: 
*- Geová Gomes – pandeiro;       *- Leonardo Barros – bandolim;

*- Claudio Barros – violão;          *- Lúcio Sócrates – cavaquinho;
*- Kellson Sousa – sax-alto;          *- Mac Sedícias, sax-soprano e tenor;
*- Moisés Santana – trombone    *- Maestro Isaias Ferreira  – sax (participação especial)
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Maestro Manoel Carvalho de Oliveira (Clarinetista/Saxofonista/Regente)
Maestro Manoel Carvalho 3Anexo Mapeamento I – Maestro Manoel Carvalho – DF – parte I  – Assuntos abordados: aos 13 anos inicia a carreira musical em Palmares/PE; o apoio paterno, fonte de inspiração; iniciou aos 09 anos, em 1957;  ingressa na Banda Ferroviária 15 de Novembro, ligada a Great Western; Entre 1881 e 1950 a Great Western construiu ferrovias em PE; O apoio dos engenheiros da Ferroviária, junto a prefeitura de Palmares foi fundamental; aos 10 anos passa a tocar clarineta na 15 de Novembro; * a relação de desenvolvimento da educação musical apoiada pela Great Western, depois pela Rede Ferroviária, também se fez em outros munícios com ótimos resultados a exemplo de Jaboatão; além do apoio institucional o Maestro Manoel Carvalho analisa (veja mais)
Maestro Manoel Carvalho 1Anexo Mapeamento I–Maestro Manoel Carvalho DF parte IIAssuntos abordados: aprendizado, banda de música, oportunidades, exercício constante; de Palmares a Brasília; o valor do aprendizado para vida profissional; o começo do ensino na Escola de Música de Brasília; a formação de Bandas de Música, Big Band e Orquestras; a importância da Banda como base na formação; nos anos 60, em Palmares, o formou o grupo “Os Mancines”; entre 1958 e 1966  desenvolveu, estudos, na Banda 15 de Novembro de Palmares; surge o convite aos 18 anos, 1966, para ingressar na Banda da PMPE; aos 20 anos passa no concurso  para a Banda da Base Aérea de Brasília participou entre 1968 e 1978; a ponte Brasília-Recife aproximou o Maestro aos grandes da música pernambucana; além da formação musical cursou Ciências Econômicas;
Maestro Manoel Carvalho - Brapo (DF)Anexo Mapeamento I – Maestro Manoel Carvalho DF parte III – Assuntos abordados: o músico e o tempo;  maximizando as oportunidades; bacharelado em clarineta; no mesmo período ingressa na OS do Teatro Nacional Cláudio Santoro; passa a ensinar na Escola de Música de Brasília; nesse mesmo período cria a Brapo; o desenvolvimento da “regência” aprendizagem com o Maestro Cláudio Santoro; da vivência na Orquestra Sinfônica e na Escola de Música de Brasília; passa a desenvolver a formação de Bandas; Brasília Popular Orquestra (Brapo); Maximização de resultados pela sobreposição de atividades; Curso Internacional de Verão (DF); Música como formação contínua e vivência coletiva; o mesmo conceito de vivência construtiva se faz no Curso Internacional de Verão; os bons resultados didático-prático; Curso Internacional de Verão é uma iniciativa da Escola de Música de Brasília; a linguagem desenvolvida para os exercícios torna sua didática universal; Brasília Popular Orquestra (Brapo) é uma iniciativa do Maestro Manoel Carvalho; o maestro foi professor da Escola de Música de Brasília dos anos 80 até 2010
Brapo 1Anexo Mapeamento I –Maestro Manoel Carvalho DF – parte IV – Assuntos abordados: do aprendizado ao ensino e técnica musical; fala sobre técnica de construção de arranjos; como exercícios para vivência musical em Big Band; Maestro Manoel Carvalho, reconhece didática como reflexo entre prática e teoria; aprendizado desenvolvido com o professor José da Justa (Palmares, nos anos 60); José da Justa continuou a produzir até 2009; o professor José da Justa foi um grande compositor e arranjador; Manoel Carvalho, clarinetista Orquestra Sinfônica (DF) há três décadas; OS de Brasília possibilitou a convivência com grandes músicos; o menino do interior que construiu seu sonho com Música em outro estado; participação pública na educação, artes e cultura; o choque com a realidade cultural nacional; a crise artístico-cultural na atualidade; Banda dos Ferroviários 15 de Novembro e Maestro Getúlio (Palmares, 1959); analise da atual situação de Palmares e cidades vizinhas; a importância da Banda no interior;  a importância do dobrado para as Bandas
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José Fernandes Moreira Neto
2Anexo Mapeamento I – Dobrado Luiz Augusto – (composição do clarinetista e professor José Fernandes) clarinetista José Fernandes – jovem compositor, oriundo de Goiana/PE, disponibiliza seu “Dobrado Luiz Augusto”Em 2001 iniciou seus Estudos na Banda Musical Saboeira ( Goiana-PE). No ano de 2005 à 2007 administrou aulas na mesma banda onde estudou. Leciona como professor da Escola Nova Geração (Goiana-PE); Atualmente faz parte da orquestra da UFPB; é também Clarinetista da Banda Municipal de João Pessoa; do Grupo Instrumental G7″, e do Quinteto “Uruaé” ambos de Goiana/PE; no momento está cursando bacharelado com ênfase em clarinete na (UFPB). Atividade Musical: Leciona como professor da Escola Nova Geração (Goiana-PE); Atualmente faz parte da orquestra da UFPB; é Clarinetista da Banda Municipal de João Pessoa; é Clarinetista do Grupo Instrumental G7″, Goiana/PE; Clarinetista do Quinteto “Uruaé”, Goiana/PE.
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Sobre o músico/professor/compositor/arranjador –  Emanoel Barros
Emanoel Barros- Orq_SinfonicaPB
Na
tural de Condado-PE. Iniciou seus estudos com seu pai Fernando Lima, por volta dos 5 anos de idade, mais tarde ingressou na Filarmônica 28 de Junho, teve aulas com os mestres Sérgio André, Carlos Alberto, Paulo Santos. Compositor sobre tudo de gêneros ligados ao resgate das tradicionais Bandas de música, como marchas de procissão, dobrados, choros, forrós, frevo etc. Teve seu frevo “É de Torar o Chinelo” classificado na final do II Prêmio de Composição para Banda Moacir Santos, promovido pelo CPM. Também compôs o Hino Oficial da Sociedade Musical Revoltosa 29 de Julho (Aliança-PE). Conheça algumas de suas composições e arranjos para Filarmônicas.
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Orquestra Popular do Recife – Maestro Ademir Araujo
Marco Zero Carnaval de 2015
Formiga Marco Zero 8Anexo Mapeamento I – clipe 1 – mantivemos o foco na regência do Maestro Ademir Araújo, Carnaval de 2015, Marco Zero/PE – seu gestual traz a inconfundível marca da originalidade, sendo um ótimo objeto de estudo.” O Maestro Ademir Araújo novamente tornou evidente a força cultural, e coesão de concepção estética, da Orquestra Popular do Recife. O repertório da OPR permitiu a plateia a audição do frevo veiculada a cultura popular pernambucana. Os arranjos tornaram evidente a maleabilidade interpretativa dos músicos indo da sonoridade do caboclinho ao maracatu baque solto, permeando o maracatu baque virado, até mesmo passando pela sonoridade do bumba meu boi e do cavalo marinho.
Formiga Marco Zero 5Anexo Mapeamento I –  clipe 2 – mantivemos o foco na regência do Maestro Ademir Araújo.
A Orquestra vem homenageando a brincadeira popular Cavalo-Marinho – com execução das composições “Olha o Mateus!” do Maestro Ademir Araújo e “Dança do Cavalo Marinho” de Levino Ferreira; o maracatu de Baque Solto – com a execução das “Toadas” do Mestre Salustiano; e o maracatu Nação – com a execução das composições “Verde Mar do Navegar” do mestre Capiba, e do “Maracatu Misterioso” de Antônio Madureira e Marcelo Varella.  Homenagens essas pelos recebimentos do título de Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil. Com direção musical e arranjos do Maestro Ademir Araújo (Formiga).
511f6-orquestrapopulardorecife-eofrevocontinuaAnexo Mapeamento I – Orquestra Popular do Recife “Ouça “E o Frevo Continua…” . Ganhamos um presente do nosso Formiga (professor, compositor, arranjador, um mestre de ofício na arte e ciência da Música) ele nos permitiu abrir o Canal Youtube “Maestro Ademir Araujo” com o CD “E o Frevo continua…” (o segundo CD da OPR, com frevos autorais inspirados nas imagens e registros gravados na mente do Maestro Formiga, em sua convivência com o chamado carnaval de rua). Em 2015 a OPR completará 40 anos de existência. Ela foi criada por Ariano Suassuna em 1975, com regência do Maestro Duda até 1977. Desde então a OPR é conduzida pelo mestre Formiga. Ao longo desses anos vários importantes instrumentistas passaram pela Orquestra Popular. Uma escola que vem inspirando a criação de outros grupos, no mesmo formato, aqui e em outros estados do país. Visite também o projeto Formigueiro.
panfletoAnexo Mapeamento I – Maestro Ademir Araújo, o Formiga – chegou a “HQ Formiga no Carnaval da Vida”História em Quadrinhos que traduz Música em imagem do Recife. É a biografia desse Mestre do Frevo. Outro bom exemplo proveniente do Colégio Técnico Agamenon Magalhães. Muitos músicos descobriram a Música quando literalmente viram a “Banda tocar”. Foi o caso dele. Traz consigo a experiência obtida na vivência e estudo da Música de Pernambuco. Mas fazendo valer o apelido Formiga, veja faz jus pelo tanto que trabalha. Por meio dessa apresentação você terá noção da evolução na intensa trajetória desse músico. Professor, compositor, arranjador, regente, conselheiro. Sua formação inicial foi em Desenho, migrou para Música depois de ver a Banda passar. Sempre se fala que Música, a escola de Música, a Banda de Música ou o estudo das Artes não é algo importante. Nesse contexto também se inseri a Cultura. Contudo indo de encontro a maré o então aprendiz de desenho, o adolescente Formiga, lá nos idos da década de 60, percebeu que poderia desenvolver uma produtiva expressão interpretativa que arte, e cultura, edificam o sentido do espirito elevando o ser a sua condição original, ou seja, singular em si-próprio e ao mesmo tempo universal. Adquira seu exemplar, contato Alice Santos.
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Maestro José Renato Accioly
Maestro Zé Renato 5Anexo Mapeamento I – Maestro José Renato Accioly – entrevista parte 1  – fala sobre o encontro e desenvolvimento com a Música. Desde o inicio de sua carreira trabalhou em duas vertentes: ensinar e reger. Foram abordados os seguintes tópicos: a descoberta da Música, estudo e desenvolvimento; o início da atividade musical; o coral do Colégio São Bento Olinda/PE; a música em família;  o despertar para o coral; canto, violão e piano (inicio da formação musical); o 1º salto continuando aluno passou também a professor; no mesmo ano passou a vice regência do Coral do Colégio São Bento; o 2º salto fez vestibular para licenciatura em música (UFPE); fazendo o bacharelado em Música passa a dar aulas no Centro de Criatividade do Recife; o 3º salto pedi transferência para lecionar no CPM;
Maestro Zé Renato 3Anexo Mapeamento I – Maestro José Renato Accioly – entrevista 2 – (Bandas de PE e Curso de Regência do CPM) fala de duas ações importantes para o âmbito das Bandas de Música de Pernambuco: O projeto Bandas de PE e o O Curso Técnico de Regência (ambos do Conservatório Pernambucano de Música). Foram abordados os seguintes aspectos: Projeto Bandas de PE (CPM): surgimento do projeto Bandas PE do CPM; aspectos do projeto Bandas PE do CPM; proposta para desenvolvimento de ações para capacitação das Bandas; a importância das Bandas de Música no processo de formação; o conceito “Bandas de Música” no século XXI; a modernidade e a tradição musical das Bandas; aspectos inicias propostos pelo projeto Bandas de PE: Pedagógico, Organizacional e Estético; a importância do projeto Bandas de PE para atualização das Bandas. Curso Técnico de Regência: fala sobre o curso de formação de regentes para Bandas e Fanfarras pelo CPM; as possibilidades de aperfeiçoamento para o aluno enquanto multiplicador de conhecimento na função de regente.
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Formandos do Curso Técnico de Regência do CPM – 2014
Maestro Minuto regencia 2Anexo Mapeamento I – formando João Paulo (Minuto) – Técnico em Regência – Recital de Conclusão. Começou seus estudos aos 10 na Capa Bode. Teve como 1º professor, o Sr. José Jandir Penaforte de Oliveira (Mestre Dinho), na época era também maestro daquela banda. No início dos seus estudos musicais, passou por vários instrumentos: Sax-tenor, trompete, trompa “cachorrinha”, assim chamada, e tuba. Contudo, a sua identidade musical estava mesmo no clarinete, em pouco tempo passou para o quadro de músicos da Capa Bode. Sua vida como regente, começou aos 16 anos quando foi convidado para ser o maestro da Banda 1º de Novembro do povoado “Angélicas”, Vicência/PE, e mesmo sem experiência aceitou.
Edvaldo GermanoAnexo Mapeamento I – formando Edvaldo Germano – Técnico em Regência – Recital de Conclusão. Iniciou em música em 1987, na Sociedade Musical 05 de Novembro, Banda Revoltosa (Nazaré da Mata-PE) tendo como professor Jandir Pena Forte de Oliveira, conhecido por Seu Dinho (In Memória). No ano de 1996, tocou na Sociedade Musical Euterpina Juvenil Nazarena, conhecida Banda Capa Bode, na regência do Maestro Hermes (In Memória). Em 1998, em Natuba-PB e cidades vizinhas, desenvolveu trabalhos de ensino e incentivo de música a crianças, jovens e adultos, em parceria com a Secretária de Educação. Em 2011 iniciou o Curso Técnico em Regência do CPM, e com esse Recital, conclui uma etapa na sua carreira musical.
AntoninhoAnexo Mapeamento I – formando Antoninho José – Técnico em Regência – Recital de Conclusão. Aos 10 anos de idade começou a sua caminhada musical na Igreja Batista da cidade tocando flauta doce onde teve o professor Saulo Quirino, como mentor do seu interesse musical. Inscreveu-se na Banda de Música de Passira. Foi trompetista, depois tubista, na Banda Musical José Benedito do Nascimento. Teve como professor Hilterlandio Lúcio da Silva, atual Regente da cidade. Antoninho José, tornou-se instrutor de Música na cidade de Passira. Em 2012 fez a prova para o curso técnico em regência pelo Conservatório Pernambucano de Música. E com esse recital, realizado em dezembro de 2014, conclui o Curso Técnico em Regência.
AgrinaldoAnexo Mapeamento I – formando: Agrinaldo Waldemar – Técnico em Regência – Recital de Conclusão. Iniciou seus estudos em música aos 16 anos na “Banda Musical José Benedito do Nascimento” com o professor Wander Rubens (Rubinho). Ainda em 2006 participou da oficina de Bombardino pela Banda Musical da cidade. Em 2007 e 2008 foi músico do Tiro-de-Guerra (Limoeiro) e participou de capacitações realizadas pelo projeto BANDAS-DE-PE. Em 2009 concorreu ao cargo de monitor de música do PROJOVEM. No mesmo ano concorreu ao cargo de Instrutor de música pela Prefeitura Municipal de Passira. No mesmo ano concorreu a vaga no curso técnico em regência pelo Conservatório Pernambucano de Música.
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Maestro Isaías Ferreira (RJ)
Maestro Isaias Ferreira Anexo Mapeamento I – Clipe 1 – Maestro Isaías Ferreira (autobiografia). Pernambucano, regente, professor e arranjador, residente no Rio de Janeiro.  Aprendeu a tocar sax e clarineta na Banda do Colégio Técnico Agamenon Magalhães, Recife, onde conheceu o Maestro Mario Câncio que apresentou o fagote e a regência. Esse encontro mudou sua vida. A importância de depoimentos como esse reforça o valor agregado a escola, dentre vários outros componentes construtivos, e nas mais diversas ações desenvolvidas no âmbito das Bandas de Música como centros preparatórias em dois níveis: profissional e de relação humana fala sobre: Uerjazz Band (formada em 2005); O gesto compositor brasileiro; Villa Lobos o segredo da audição musical.
Maestro Isaias Ferreira Anexo Mapeamento I – Clipe 2 – Maestro Isaías Ferreira (autobiografia)o inicio na música; Estrutura do Colégio Técnico Agamenon Magalhães; Colégio técnico Agamenon Magalhães (a Banda, a Música, o Estudo); Clarineta 1º instrumento (estudo sistemático);  Clarineta e saxofone (experiência em duas Bandas); A banda da igreja e o saxofone; Maestro Mário Câncio; “o fagote” contribuição do Maestro Mário Câncio; Aulas com o Maestro Mário Câncio acesso a Orquestra Sinfônica; Curso de regência UFRJ; dentre vários componentes construtivos, e nas mais diversas ações desenvolvidas no âmbito das Bandas de Música como centros preparatórias em dois níveis: profissional e de relação humana
Maestro Isaias Ferreira Anexo Mapeamento I – Clipe 3 – Maestro Isaías Ferreira (autobiografia); Música – continuidade dos estudos; Escola Técnica Agamenon Magalhães (Recife/PE); 1971 – curso de regência no RJ; Professores e músicos (evolução e aprendizagem); Henrique Morelembau (prof. de composição); Maestro Roberto Duarte (prof. de regência); Noël Devos (prof. de fagote); Devos também foi prof de fagote de Mário Câncio, Airton e Juliano Barbosa; O conteúdo de uma vida (música atemporal). Criou a Orquestra Popular Carioca, em 2014, sendo formada por músicos que participaram durante nove  da mesma formação instrumental da UERJazz BAND.
Uerjazz Band Anexo Mapeamento I – Clipe 4 –  Maestro Isaías Ferreira (autobiografia)A descoberta do jazz; Roda de choro; O improviso no jazz; Persistência (foco e futuro). O papel da Banda de Música no contexto social, educacional e artístico na vida do Maestro Isaías Ferreira, é um bom exemplo da persistência e amor ao instrumento, ainda hoje partilhado por muitos estudantes de Música. A importância de depoimentos como esse reforça o valor agregado a escola, dentre vários outros componentes construtivos, nas mais diversas ações desenvolvidas no âmbito das Bandas de Música como escolas preparatórias em dois níveis: profissional e de relação humana.
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Maestro Beetholven Cunha
Beetholven Cunha10Anexo Mapeamento I –  Maestro Beethoven Cunha – pagina resumo
A busca por Bandas de Músicas Tradicionais nos levou ao importante exemplo que o ensino de formação de Banda de Música pode produzir de melhor. Criamos o blog de um músico, devido ao seu valor pedagógico de perseverança. Traduz a evolução e exemplo construtivo de um aprendiz de música, de uma Banda do interior, que chegou ao ápice do reconhecimento de sua obra no Brasil e outros países. Beetholven Cunha (maestro, compositor, arranjador, pesquisador, professor). Estudou, ensinou e regeu as duas Bandas de Goiana/PE. A audição de suas músicas indica a presença da cultura brasileira, inserida no ambiente erudito.
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Maestro Normando Carneiro
13Anexo Mapeamento I – Maestro Normando Carneiro – pagina resumo
(compositor, arranjador e professor). Iniciou seus estudos ainda na adolescência, aos 15 anos de idade. Atualmente está aposentado pela Escola de Música da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, e continua a desenvolver suas atividades em nível de arranjador, compositor e maestro convidado. Desde o iniciou de seus estudos em Pernambuco o Maestro Normando Carneiro percorreu vários outros estados, municípios buscando aperfeiçoar sua música. Enquanto pesquisador o Maestro Normando detém um acervo de conhecimento sobre o conceito “Banda de Música”. Nesta página você terá acesso ao resumo biografico e alguns links para obras do Maestro Normando.
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Edson de Melo (compositor, instrumentista, filósofo-epistemólogo)
edson-de-melo-1-encarteCD A Socialidade, Diversidade e Disponibilidade – Peças para piano inspiradas na pintura do holandês Jan Vermeer (1632-1675), apresentando em forma de música o conceito de “Socialidade, Diversidade e Disponibilidade” do compositor, instrumentista e epistemólogo Edson de Melo, músico pernambucano (radicado na Alemanha). Começou na Banda Municipal de Jaboatão. Tinha sete ou oito anos. Teve aulas de Solfejo com o Mestre Jaime que era o regente na época (1960). Depois teve aulas de Harmonia com o Mestre Alfeu e o Regente posterior Manoel da Silva.
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Atualmente desenvolve a Systematic Enlightenment and Recivilization (SER). Proposta epistemológica que organiza aspectos importantes da vida. O mais original é a utilização de grupo de forças do Universo que influenciam em nossa vida diária. As energias de tais forças são aplicadas, de modo cientifico, organizando a vida e gerando bem-estar.
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visite também:
zona da mata norte 4Projeto Mapeamento I
Bandas de Música Tradicionais de Pernambuco
(Região Metropolitana do Recife  e Zona da Mata Norte)
“O estudo da realidade das Bandas de Música, na relação com o cotidiano das cidades, é bastante indicativo para compreensão da organização etno-cultural vigente. O padrão de valores, constituídos em sua memória estética, normatiza internamente tais instituições. Estas configurações podem por vezes sintetizar o modo de ser característico de cada município e suas pelejas rumo ao futuro”. Mais que isso, observamos um gigante adormecido entre elas, uma grande força de mobilização para articular mudanças. Arthur BigHead.
Passamos por grandes transformações na sociedade brasileira, precisamos adequar o país a esse novo tempo, sistematizar o que somos. Estamos perdendo memória e modos de fazer específicos a nossa etnografia e estética originalmente brasileira. Cultura ainda é algo sem importância para maioria. Talvez por falta de informação. O apoio, patrocínio e incentivo para sustentação das instituições, que produzem nossa cultura, ainda é tímido e limitado. O governo centraliza algumas ações, tenta manter poucos ícones, pois seu mecenato tem capacidade reduzida. A dificuldade de acesso a produção, e ao bem cultural gerado, ainda preocupa. Por um lado o puder público e sua burocracia restringe a colaboração de muitos pequenos investidores que estão mais perto do povo. Por outro lado há desinteresse das grandes empresas em patrocinar as muitas pequenas células produtoras de cultura, como é o caso das Bandas de Música.

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